Transportes pesam no bolso em janeiro, diz FGV IBRE
A inflação semanal medida pelo IPC-S da FGV IBRE subiu 0,59% em janeiro, com Transportes como principal vilão, acelerando para 1,18%. Educação e Habitação também pressionaram os preços.
A inflação semanal medida pelo IPC-S da FGV IBRE subiu 0,59% em janeiro, com Transportes como principal vilão, acelerando para 1,18%. Educação e Habitação também pressionaram os preços.
Boletim Focus do Banco Central mostra quarta queda seguida na projeção de IPCA para 2026, agora em 3,99%, acima da meta de 3%. Projeções para PIB, câmbio e Selic permanecem estáveis.
Preço do etanol em Campo Grande subiu 8,3% em janeiro, ultrapassando alta da gasolina e diesel. ANP e Fecombustíveis apontam entressafra e baixa de estoques como causas.
Preço médio da gasolina comum no Ceará aumentou R$ 0,22 na última semana, chegando a R$ 6,47, segundo a ANP. Em Fortaleza, alta foi de R$ 0,30, para R$ 6,52, contradizendo redução da Petrobras.
O principal índice da bolsa brasileira abre em queda após Donald Trump indicar Kevin Warsh para o Federal Reserve. Dados do IBGE mostram desemprego em 5,1%, enquanto dívida pública atinge 78,7% do PIB. Setor bancário e commodities pressionam o mercado.
O Ibovespa registrou um mês de janeiro excepcional, com alta de mais de 13%, impulsionado por investidores estrangeiros em mercados emergentes. Enquanto isso, anúncio de novo presidente do Fed por Trump gera volatilidade global.
A taxa básica de juros em 15% pressiona margens do varejo, encarecendo financiamentos para vendas parceladas e impactando até compras à vista. Especialistas apontam inflação de serviços e cenário global como freios para cortes.
O ouro atinge patamares históricos, superando US$ 5.100 por onça, impulsionado por incertezas globais. Especialistas projetam que o metal pode ultrapassar US$ 6.000 em 2026, afetando setores como joias e eletrônicos, que dependem do insumo.
Carla Beni, economista da FGV, explica que distribuidoras podem não repassar a queda de 5,2% no preço da gasolina anunciada pela Petrobras. Especialista destaca impacto em correções de preços de outros setores.
Luís Stuhlberger, da Verde Asset, revela que o valor justo do dólar seria R$ 4,40, abaixo da cotação atual. Ele destaca que um governo pró-mercado poderia acelerar a desvalorização da moeda americana no Brasil.
Em semana da Super Quarta, com decisões do Copom e Federal Reserve, o Boletim Focus mostra queda na projeção de inflação para 2026, mantendo-se abaixo do teto da meta, mas acima do centro.
A bolsa brasileira registra alta com entrada de quase R$ 9 bilhões de capital estrangeiro em janeiro, impulsionada por tensões econômicas entre EUA e Europa. Especialista alerta para possível desaceleração do fluxo.
A Bolsa brasileira atinge novo recorde histórico, ultrapassando os 176 mil pontos, impulsionada por commodities e entrada de capital estrangeiro, enquanto ignora cautela global.
O principal índice da B3 fecha em 175,5 mil pontos, impulsionado por dados econômicos dos EUA e expectativa de corte de juros. Dólar cai para 5,28 reais, menor valor desde novembro de 2025.
Ricardo Alban, presidente da CNI, manifesta apoio ao acordo Mercosul-União Europeia, enfatizando seus benefícios para emprego, renda e produção industrial no Brasil.
Pesquisa do IBEVAR e FIA Business School indica alta de 0,06% no varejo restrito e 0,77% no ampliado para janeiro de 2026, com variação acumulada anual estimada em 1,42%.
Análises da 4Intelligence e Santander mostram que países mantêm estímulos fiscais para sustentar demanda em 2026, ano eleitoral no Brasil. Economia brasileira deve crescer, mas com pressões cambiais e incertezas.
O Ibovespa alcançou um recorde histórico intradiário, impulsionado por tensões comerciais entre EUA e Europa e por uma pesquisa eleitoral que mostra disputa mais acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro.
O discurso do presidente americano Donald Trump no Fórum Econômico Mundial em Davos é aguardado com tensão pelos mercados, em meio a ameaças à Europa sobre a Groenlândia e pressões sobre o Fed. Enquanto isso, Netflix cai e Brasil se destaca.
Economista analisa como o Brasil pode se beneficiar da diversificação de investimentos, com o dólar perdendo força como porto seguro devido a tensões geopolíticas.
Bolsa brasileira recua pressionada por ameaças de Trump à Groenlândia. Boletim Focus reduz projeção de inflação para 2026. Dólar fecha estável. Leia a análise completa.
A escalada de tensões entre EUA e União Europeia eleva o prêmio de risco. Economista explica setores mais afetados e a migração para ativos seguros, como ouro e renda fixa. Leia a análise completa.
A possível substituição de Fernando Haddad por Dario Durigan no Ministério da Fazenda é vista como continuidade da política econômica. Entenda por que o mercado reagiu com frieza e quais são os riscos fiscais. Leia a análise completa.
Principal índice da B3 fecha em queda influenciado por vencimento de opções e alta dos juros futuros. IBC-Br sobe 0,7% em novembro, acima do esperado, reforçando cenário de Selic elevada por mais tempo. Confira a análise.
Sinais de descompressão geopolítica no Irã e Venezuela impulsionaram ativos de risco. Ibovespa fecha em alta e dólar recua. Análise completa do mercado.
Índice da B3 supera 165,5 mil pontos e dólar cai a R$ 5,36. Mercado reage a declarações de Trump sobre Irã e permanência de Powell no Fed. Varejo brasileiro surpreende com alta.
Trump revela nomes para suceder Jerome Powell no Fed. Entenda os perfis de Kevin Hassett e Kevin Warsh e os impactos na economia global. Leia a análise completa.
Ibovespa fecha em alta histórica de 1,96%, superando 165 mil pontos. Dólar comercial sobe para R$ 5,402 após anúncio dos EUA sobre suspensão de vistos. Veja os detalhes do dia misto no mercado financeiro.
Estratégia fiscal do ministro Fernando Haddad inspira governo Trump. Déficit americano cai com alta de receitas e controle de gastos. Consultoria projeta IPCA de 4,4% e Selic em queda cautelosa no Brasil.
Ibovespa opera em alta de 0,7%, aos 163.062 pontos, enquanto dólar cai a R$ 5,37. Mercado reage a pesquisa Genial/Quaest e tensão internacional. Confira a análise.