Fim da escala 6×1 pode ser pauta central no Congresso
A discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 emerge como tema sensível no Congresso para 2026, com apelo eleitoral e alertas sobre impacto econômico no setor privado.
A discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 emerge como tema sensível no Congresso para 2026, com apelo eleitoral e alertas sobre impacto econômico no setor privado.
Dados do Novo Caged mostram que o Acre perdeu 461 vagas formais em dezembro de 2025, com setor de serviços liderando as demissões. Estado encerrou o ano com saldo positivo, mas 57% menor que 2024.
A remuneração média de admissão no mercado formal alcançou R$ 2.304 em dezembro, maior patamar para o mês desde 2007. Hipermercados e restaurantes também registraram recordes salariais.
Estado de São Paulo criou mais de 311 mil empregos com carteira assinada em 2025, respondendo por quase um quarto do total nacional. Salário médio de admissão foi o maior do país.
A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,6% em 2025, o menor índice da série histórica do IBGE, com renda média em alta e setor de serviços liderando contratações, apesar de desafios na formalização.
A taxa média de desemprego no Brasil registra 5,6% em 2025, o menor patamar desde o início da série histórica, segundo o IBGE. Em outras notícias, Caso Master pode ser definido por celulares, política dos EUA tem movimentações e vídeo de Ana Castela reace
Estado registrou 21.022 novos postos de trabalho e crescimento de 5,81%, superando médias nacional e do Nordeste. Teresina lidera com 9.646 vagas.
Dados do Caged mostram que o saldo de empregos na região do Alto Tietê caiu drasticamente em 2025, com apenas 4.207 vagas geradas, contra 11.946 em 2024. Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuba lideram, mas quatro cidades fecharam no negativo.
O Amazonas registrou saldo positivo de 21.075 empregos formais em 2025, com taxa de desemprego em 5,6%, menor patamar da série histórica. Todos os setores geraram vagas, liderados pelo comércio.
Taxa de desocupação anual de 5,6% e trimestral de 5,1% são as menores já registradas pelo IBGE, com 103 milhões de ocupados e renda média de R$ 3.560.
Dados do Caged mostram que Uberaba gerou 1.164 empregos formais em 2025, o pior resultado em cinco anos, influenciado por setores como indústria e construção civil.
Em 2025, Juiz de Fora teve saldo positivo de 5.233 novos empregos formais, o melhor desempenho desde 2021, contrastando com o cenário nacional negativo.
Dados do Caged mostram que Divinópolis registrou o pior resultado na geração de empregos formais dos últimos cinco anos em 2025, com saldo positivo de apenas 18 vagas, influenciado pelo setor industrial e pelo mês de dezembro.
O Rio Grande do Norte fechou 2025 com 15.870 novos empregos formais, o menor saldo desde a pandemia. Dados do Caged mostram crescimento em serviços e indústria, mas queda na construção.
A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor nível desde o início da série histórica em 2012, com queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
A taxa de desocupação no Brasil atingiu 5,6% em 2025, menor patamar desde 2012, com queda de 1,0 ponto percentual frente a 2024 e 6,2 pontos comparado a 2019.
Dados do Caged mostram que municípios do Sul de Minas que mais geraram empregos em 2024 passaram a fechar vagas em 2025, com Poços de Caldas liderando a reversão. Mercado formal desacelera na região.
A economia prateada ganha força no Brasil, com aumento de 70% no número de trabalhadores acima de 60 anos desde 2012. Fenômeno reflete envelhecimento populacional, custo de vida e busca por experiência.
Dados do Caged mostram que o Brasil criou 1,27 milhão de empregos formais em 2025, o pior resultado desde 2020. Ministro atribui desempenho à taxa Selic elevada, enquanto setor de serviços lidera contratações.
O mercado de trabalho brasileiro registrou 1,2 milhão de vagas formais em 2025, o pior resultado desde a pandemia. Setor de serviços liderou contratações, enquanto agropecuária e construção civil tiveram desempenho fraco.
Dados do Caged mostram que Campinas fechou 2025 com apenas 3.304 novos postos formais, o menor saldo desde a Covid-19, com demissões superando contratações em dezembro.
O Vale do Paraíba e a região bragantina registraram um saldo positivo de 16.664 empregos com carteira em 2025, segundo dados do Caged. No entanto, esse resultado representa uma queda de 36% em relação a 2024, sendo o menor saldo desde 2020, durante a pand
Dados do Caged mostram que Uberlândia teve saldo de 1.937 empregos formais em 2025, o pior resultado em sete anos, influenciado por setores como construção civil e serviços.
Dados do Ministério do Trabalho mostram que o Brasil gerou 1,279 milhão de empregos com carteira assinada em 2025, o menor resultado desde a pandemia de Covid-19 em 2020, quando houve perda de vagas.
Planejador financeiro Jeff Patzlaff explica que para compensar a perda de benefícios da CLT, o ganho como autônomo ou PJ deve ser 40% a 50% maior. Um CLT de R$ 5 mil exigiria R$ 8,5 mil a R$ 9 mil como PJ.
A economia de aplicativos emprega quase 2 milhões no Brasil, com crescimento 25% maior que o emprego formal. Flexibilidade e renda atraem, mas debate sobre proteção social e regulação persiste.
A partir de fevereiro, trabalhadores terão liberdade para escolher operadoras de vale-refeição e alimentação, com taxas limitadas a 3,6% para estabelecimentos. Medida visa desbancar oligopólio e beneficiar 22 milhões de brasileiros.
Evento organizado pelo PAT na Igreja da Cidade oferece oportunidades em indústria, logística e comércio. Vagas para maiores de 18 anos, com ou sem experiência.
Dados da CNI mostram alta de 1,2% no faturamento real da indústria em novembro, enquanto emprego recua 0,2%. Setor perde fôlego com juros altos e demanda fraca. Confira a análise.
Pesquisa da FIA Business School revela que mais da metade das empresas pretende aumentar quadro de funcionários. Controle da inflação e queda do desemprego justificam otimismo. Leia a análise completa.