Stellantis perde US$ 26 bi com fracasso em carros elétricos
Montadora dona de Jeep e Fiat anuncia baixa contábil bilionária após superestimar transição energética. Ações despencam 27% e setor enfrenta pressão de concorrentes chineses.
Montadora dona de Jeep e Fiat anuncia baixa contábil bilionária após superestimar transição energética. Ações despencam 27% e setor enfrenta pressão de concorrentes chineses.
Estudo da Seplan no Acre revela diferenças de até 990,9% nos preços de itens escolares. Borracha branca lidera disparidade, enquanto Procon alerta para práticas abusivas e orienta consumidores.
O setor de Aquecimento, Ventilação, Ar-Condicionado e Refrigeração no Brasil registrou faturamento de R$ 50 bilhões em 2025, com crescimento de 10%. Expectativa para 2026 é de R$ 55 bilhões.
Especialistas alertam para impacto de reajustes e criação de cargos no Legislativo, com Selic em 15% e dívida/PIB perto de 84%. Decisão do STF expõe falta de coordenação fiscal.
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RecomendadoLevantamento do Procon em Canoas revela diferenças de até 800% nos preços de material escolar. Consumidores pagam de R$ 60 a R$ 160 pela mesma lista básica. Especialistas orientam sobre como economizar.
A bolsa brasileira registrou novo recorde nesta terça-feira, com o Ibovespa fechando em alta e se aproximando da marca inédita de 186 mil pontos, impulsionado por expectativas de corte de juros.
Pesquisa do Procon de Taubaté revela diferenças de preços significativas nos combustíveis, com variação de até 27,3% no etanol comum. Consumidores devem pesquisar para economizar.
Estudo da OLX revela que geladeiras e refrigeradores usados foram os eletrodomésticos mais vendidos, anunciados e procurados em Santa Catarina em 2025, representando 41% das transações.
Pesquisa do Nupes/Unitau mostra redução no custo da cesta básica no Vale do Paraíba em janeiro, com destaque para queda em ovos e mamão. Valor médio caiu para R$ 2.839,55, e gasto com alimentação diminuiu para 35,03% da renda.
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RecomendadoO Ibovespa renovou sua máxima histórica, impulsionado pela reação à ata do Copom, que prevê cortes graduais da Selic, e à queda da produção industrial. Haddad indica nomes para o BC, e cenário internacional positivo contribui para o otimismo.
A inflação semanal medida pelo IPC-S da FGV IBRE subiu 0,59% em janeiro, com Transportes como principal vilão, acelerando para 1,18%. Educação e Habitação também pressionaram os preços.
Boletim Focus do Banco Central mostra quarta queda seguida na projeção de IPCA para 2026, agora em 3,99%, acima da meta de 3%. Projeções para PIB, câmbio e Selic permanecem estáveis.
Preço do etanol em Campo Grande subiu 8,3% em janeiro, ultrapassando alta da gasolina e diesel. ANP e Fecombustíveis apontam entressafra e baixa de estoques como causas.
Preço médio da gasolina comum no Ceará aumentou R$ 0,22 na última semana, chegando a R$ 6,47, segundo a ANP. Em Fortaleza, alta foi de R$ 0,30, para R$ 6,52, contradizendo redução da Petrobras.
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RecomendadoO principal índice da bolsa brasileira abre em queda após Donald Trump indicar Kevin Warsh para o Federal Reserve. Dados do IBGE mostram desemprego em 5,1%, enquanto dívida pública atinge 78,7% do PIB. Setor bancário e commodities pressionam o mercado.
O Ibovespa registrou um mês de janeiro excepcional, com alta de mais de 13%, impulsionado por investidores estrangeiros em mercados emergentes. Enquanto isso, anúncio de novo presidente do Fed por Trump gera volatilidade global.
A taxa básica de juros em 15% pressiona margens do varejo, encarecendo financiamentos para vendas parceladas e impactando até compras à vista. Especialistas apontam inflação de serviços e cenário global como freios para cortes.
O ouro atinge patamares históricos, superando US$ 5.100 por onça, impulsionado por incertezas globais. Especialistas projetam que o metal pode ultrapassar US$ 6.000 em 2026, afetando setores como joias e eletrônicos, que dependem do insumo.
Carla Beni, economista da FGV, explica que distribuidoras podem não repassar a queda de 5,2% no preço da gasolina anunciada pela Petrobras. Especialista destaca impacto em correções de preços de outros setores.
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RecomendadoLuís Stuhlberger, da Verde Asset, revela que o valor justo do dólar seria R$ 4,40, abaixo da cotação atual. Ele destaca que um governo pró-mercado poderia acelerar a desvalorização da moeda americana no Brasil.
Em semana da Super Quarta, com decisões do Copom e Federal Reserve, o Boletim Focus mostra queda na projeção de inflação para 2026, mantendo-se abaixo do teto da meta, mas acima do centro.
A bolsa brasileira registra alta com entrada de quase R$ 9 bilhões de capital estrangeiro em janeiro, impulsionada por tensões econômicas entre EUA e Europa. Especialista alerta para possível desaceleração do fluxo.
A Bolsa brasileira atinge novo recorde histórico, ultrapassando os 176 mil pontos, impulsionada por commodities e entrada de capital estrangeiro, enquanto ignora cautela global.
O principal índice da B3 fecha em 175,5 mil pontos, impulsionado por dados econômicos dos EUA e expectativa de corte de juros. Dólar cai para 5,28 reais, menor valor desde novembro de 2025.
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RecomendadoRicardo Alban, presidente da CNI, manifesta apoio ao acordo Mercosul-União Europeia, enfatizando seus benefícios para emprego, renda e produção industrial no Brasil.
Pesquisa do IBEVAR e FIA Business School indica alta de 0,06% no varejo restrito e 0,77% no ampliado para janeiro de 2026, com variação acumulada anual estimada em 1,42%.
Análises da 4Intelligence e Santander mostram que países mantêm estímulos fiscais para sustentar demanda em 2026, ano eleitoral no Brasil. Economia brasileira deve crescer, mas com pressões cambiais e incertezas.
O Ibovespa alcançou um recorde histórico intradiário, impulsionado por tensões comerciais entre EUA e Europa e por uma pesquisa eleitoral que mostra disputa mais acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro.
O discurso do presidente americano Donald Trump no Fórum Econômico Mundial em Davos é aguardado com tensão pelos mercados, em meio a ameaças à Europa sobre a Groenlândia e pressões sobre o Fed. Enquanto isso, Netflix cai e Brasil se destaca.
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RecomendadoEconomista analisa como o Brasil pode se beneficiar da diversificação de investimentos, com o dólar perdendo força como porto seguro devido a tensões geopolíticas.