Mulher de 57 anos morre após mal súbito em academia de Jundiaí, SP
Uma mulher de 57 anos faleceu na manhã desta quarta-feira, 28 de fevereiro, após sofrer um mal súbito enquanto treinava em uma academia localizada no bairro Agapeama, em Jundiaí, interior de São Paulo. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente, mas, infelizmente, a vítima não resistiu aos esforços de reanimação realizados pela equipe no local.
Detalhes do incidente e informações da família
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil, a nora da mulher informou que a sogra era considerada uma pessoa saudável, sem doenças preexistentes conhecidas, que treinava diariamente e não fazia uso de medicação regular. O mal súbito ocorreu enquanto ela realizava uma série de exercícios físicos, levando a uma parada cardiorrespiratória súbita.
A equipe do Samu tentou reanimá-la com manobras de ressuscitação, mas sem sucesso. O corpo foi encaminhado para perícia no Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí, onde um laudo deve ser emitido para indicar a causa exata da morte. Enquanto isso, o caso foi registrado como morte suspeita, aguardando investigações mais aprofundadas.
Segundo caso similar em menos de dez dias na cidade
Este incidente marca a segunda morte de uma mulher em academia em Jundiaí em um curto período de tempo. No dia 19 de janeiro, uma idosa de 72 anos faleceu após sofrer um mal súbito em uma academia no bairro Jardim Sagrado Coração de Jesus, também em Jundiaí.
Na ocasião, a vítima realizava atividades aeróbicas quando perdeu a consciência e caiu. Ela foi atendida por uma equipe extra-hospitalar, que constatou a ausência de pulsação. Manobras de reanimação foram realizadas, e ela chegou a ser encaminhada ao Hospital São Vicente de Paulo, onde a morte foi confirmada. O caso foi registrado como morte súbita, sem causa aparente determinada, no 3º Distrito Policial de Jundiaí.
Esses eventos consecutivos levantam questões sobre a segurança em academias e a importância de monitoramento médico durante atividades físicas intensas, especialmente para pessoas com mais de 50 anos. Autoridades locais e profissionais de saúde podem revisar protocolos para prevenir futuras tragédias.