Cereais e Lácteos Reduzem Inflação em 2025, Dados APAS-FIPE
Produtos semielaborados, como arroz, feijão e leite, registraram deflação de 4,85% no ano, contribuindo para a desaceleração da inflação, segundo análise da APAS e FIPE.
Produtos semielaborados, como arroz, feijão e leite, registraram deflação de 4,85% no ano, contribuindo para a desaceleração da inflação, segundo análise da APAS e FIPE.
Banco Central mantém Selic em 15% pela quinta vez seguida, mas indica possível redução a partir de março. Enquanto isso, Fed dos EUA pausa cortes, PF investiga ataques ao BC, e Anvisa amplia acesso à cannabis medicinal.
Bancos centrais do Brasil e EUA decidem não alterar taxas de juros. Copom mantém Selic em 15% pela quinta vez, mas indica possível corte em março. Bolsa brasileira atinge novo recorde com alta de 1,52%.
Em meio à expectativa de pausa nos juros do Fed, ouro sobe 3,80% no dia e prata avança 8,43%. Dólar tem recuperação modesta, mas real cai para R$ 5,1935. Anbima prevê Selic em 12,50% até dezembro.
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RecomendadoComitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 15% ao ano, mas anunciou início da flexibilização para 18 de março, seguindo cenário de incerteza externa e inflação ainda elevada.
O principal índice da B3 subiu 1,52%, alcançando 184,6 mil pontos, enquanto o mercado aguarda comunicado do Copom sobre política monetária. Dólar fecha em leve alta a R$ 5,19.
O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15% ao ano, citando incertezas externas e pressão do mercado de trabalho. A inflação acumulada em 12 meses está no limite superior da meta do BC.
Após decisão do Copom de manter a Selic em 15% ao ano, o Brasil segue com o segundo maior juro real global, atrás apenas da Rússia. Análise do MoneYou destaca incertezas inflacionárias e alívio em preços.
Economista Rodrigo Simões analisa que o Copom deve manter a taxa Selic em 15% nesta quarta, com projeção de queda gradual para 12,75% até dezembro de 2026, devido ao mercado de trabalho ativo e economia resiliente.
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RecomendadoO Federal Reserve dos EUA manteve os juros entre 3,5% e 3,75%, pausando cortes e contrariando Donald Trump. A decisão ocorre em meio à inflação acima da meta e investigação contra Jerome Powell, acendendo debates sobre independência do BC.
A moeda norte-americana registrou forte queda nesta terça-feira, alcançando seu nível mais baixo em oito meses. Paralelamente, o principal índice da bolsa brasileira subiu 1,79%, batendo novo recorde histórico e superando a marca dos 181 mil pontos.
A moeda americana opera em níveis similares aos de maio de 2024, influenciada por juros elevados no Brasil e expectativas de cortes nos EUA. A valorização do real alivia custos de importados e viagens, enquanto setores exportadores enfrentam pressões.
O principal índice da B3 renovou máxima histórica em meio à expectativa por decisões de juros do Copom e do Federal Reserve. Dólar cai para menor nível em dois anos, enquanto Amazon anuncia corte de 16 mil vagas.
O dólar abre em queda nesta quarta-feira, com investidores atentos às decisões de juros no Brasil e EUA. Inflação menor que o esperado e tensões geopolíticas influenciam o cenário econômico global.
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RecomendadoBanco de Brasília informa à CVM que carteiras foram transferidas como compensação por ativos podres. Processo de avaliação está em andamento para verificar valores e conformidade.
Banco Central realiza primeira reunião do ano com Selic em 15%, maior nível desde 2006. Inflação desacelera, mas preços de serviços mantêm pressão, enquanto queda do dólar alimenta expectativas de corte.
O dólar comercial registrou queda de 1,41%, fechando a R$ 5,206, o menor valor em 20 meses. A desvalorização reflete incertezas na economia dos EUA e migração de recursos para mercados emergentes como o Brasil.
O principal índice da bolsa brasileira renovou máximas históricas em janeiro, com sete recordes de fechamento. Analistas projetam continuidade da alta em 2026, impulsionada por cortes de juros e entrada de investidores estrangeiros.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central se reúne nesta quarta-feira e deve manter a taxa básica de juros inalterada em 15% ao ano. Anúncio ocorre após as 18h, com economistas prevendo início dos cortes apenas em março.
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RecomendadoO dólar comercial fechou em R$ 5,20, o menor patamar desde 28 de maio de 2024, enquanto o Ibovespa atingiu novo recorde histórico com alta de quase 2%, impulsionado por expectativas de queda de juros e fluxo de capital estrangeiro.
Moeda norte-americana registra queda de 1,38% e fecha no menor valor desde maio de 2024, enquanto Ibovespa dispara 1,79% e supera 183 mil pontos pela primeira vez. Movimento é impulsionado por influxo de capital estrangeiro e expectativas de corte de juro
A moeda americana encerrou a R$ 5,18, impulsionada pelo diferencial de juros entre Brasil e EUA, enquanto o Ibovespa avançou 2%, alcançando 180 mil pontos pela primeira vez na história.
A prévia da inflação brasileira fechou janeiro em 0,20%, registrando uma desaceleração de 0,05 ponto percentual em relação a dezembro. O índice surpreendeu ao recuar mesmo com aumentos significativos em itens como higiene pessoal e planos de saúde, indica
A moeda norte-americana opera em forte queda, cotada a R$ 5,216, enquanto a Bolsa brasileira dispara 2,27%, superando 182 mil pontos. O cenário reflete a desaceleração da inflação prévia e a expectativa por decisões de juros no Brasil e EUA.
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RecomendadoEconomistas avaliam que a desaceleração do IPCA-15 em janeiro não é suficiente para o Copom cortar a Selic agora, com o núcleo da inflação ainda preocupante e a taxa de difusão alta.
A bolsa brasileira atinge máxima histórica de 182.047 pontos, impulsionada por expectativas sobre decisões do BC e Fed e pela temporada de resultados corporativos.
Banco Central mantém taxa Selic em 15% e sinaliza início do ciclo de afrouxamento monetário a partir de março, influenciando mercados financeiros.
A prévia da inflação oficial registrou alta de 0,20% em janeiro, menor que os 0,25% de dezembro. Alimentos e cuidados pessoais puxaram a alta, enquanto habitação e transportes ficaram mais baratos.
O dólar e o Ibovespa estão atentos ao cenário interno e externo. IPCA-15, reuniões do Copom e Fed, tensões EUA-Canadá-China e ameaças de Trump influenciam os investidores.
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RecomendadoInvestidores focam no comunicado do Banco Central, que deve manter juros em 15% ao ano. O tom técnico do texto orienta expectativas e sinaliza futuras direções da política monetária.