Viúva desabafa sobre morte do marido em hospital de Taguatinga: 'Atrocidade inacreditável'
Viúva desabafa sobre morte do marido em hospital de Taguatinga

Viúva emocionada relata dor após morte do marido em hospital do DF

A viúva do carteiro Marcos Raymundo Fernandes Moreira, de 33 anos, Denilza da Costa Freire, concedeu uma entrevista ao programa Fantástico onde desabafou sobre a tragédia que atingiu sua família. "A gente nunca acredita que o ser humano é capaz de uma atrocidade dessa", declarou ela, visivelmente abalada.

Detalhes da investigação policial no Distrito Federal

O caso ocorreu no Hospital Anchieta, localizado em Taguatinga, no Distrito Federal, onde Marcos estava internado na Unidade de Terapia Intensiva. A Polícia Civil do DF investiga as mortes dele e de outros dois pacientes, que aconteceram em 17 de novembro e 1º de dezembro de 2025. As vítimas apresentaram uma piora súbita em seus quadros clínicos pouco antes de falecerem.

Identificação das vítimas e suspeitos envolvidos

Além de Marcos, as outras vítimas são:

  • João Clemente Pereira, de 63 anos
  • Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos

Os investigadores apontam que, apesar das idades e históricos médicos diferentes, todos tiveram um agravamento repentino. Os técnicos de enfermagem suspeitos são:

  1. Marcos Vinícios Silva Barbosa de Araújo, 24 anos
  2. Marcela Camilly Alves da Silva, 22 anos
  3. Amanda Rodrigues de Sousa, 28 anos

Modus operandi e acusações graves

Segundo as apurações, Marcos Vinícios teria injetado doses elevadas de um medicamento nos pacientes, utilizando o produto como um veneno. Em uma das vítimas, ele também aplicou desinfetante diretamente na veia. Já as duas técnicas, Marcela e Amanda, são acusadas de participar dos crimes ao "dar cobertura" para as ações.

Repercussão e exibição no Fantástico

O programa Fantástico vai exibir detalhes exclusivos desta investigação neste domingo, a partir das 20h. A reportagem promete revelar como os suspeitos agiam dentro do hospital, trazendo à tona um caso que chocou a comunidade local e levantou questões sobre a segurança em unidades de saúde.

Denilza da Costa Freire reforçou a dificuldade em processar a perda, destacando a natureza inesperada e brutal do ocorrido. As famílias das vítimas aguardam ansiosamente por respostas e justiça, enquanto as autoridades seguem com as diligências para esclarecer todos os aspectos dessas mortes trágicas.