Justiça condena trio por furto de celulares em shopping de Rio Preto após pagamento via PIX
Trio condenado por furto de celulares em shopping após PIX

Justiça condena trio por furto de celulares em shopping de Rio Preto após pagamento via PIX

A Justiça de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, condenou três homens acusados de invadir uma loja de celulares em um shopping center e furtar cerca de 21 aparelhos e outros eletrônicos, com um valor total estimado em RR$ 100 mil. O crime ocorreu em outubro de 2024, no bairro Jardim Redentor, e envolveu uma quadrilha especializada em furtos em estabelecimentos comerciais.

Detalhes da ação criminosa

Os criminosos utilizaram um dispositivo hacker para acessar o sistema de abertura das portas da loja, permitindo a entrada sem danos físicos. A ação foi flagrada por câmeras de segurança, que capturaram imagens de dois integrantes operando o aparelho no corredor do shopping, enquanto o terceiro invadia a loja, furtava os celulares e saía caminhando calmamente. Antes de fugir, os acusados ainda brincaram entre si no interior do shopping, demonstrando audácia.

Investigação e prisões

A investigação começou em outubro de 2024, após o furto ser registrado. Um dos momentos cruciais foi quando um dos acusados, Thiago Santos Fernandes, pagou um chopp na praça de alimentação do shopping via PIX. Esse pagamento forneceu dados que levaram à sua identificação pela polícia. Em janeiro de 2025, Thiago foi preso em Florianópolis, Santa Catarina. Em fevereiro do mesmo ano, Bruno Kauã Fernandes Montenegro foi capturado na capital paulista e confessou o crime. No dia seguinte, Maurício Junio Mariano dos Santos foi preso em uma operação da Polícia Civil para cumprimento de mandado de prisão.

Recuperação de bens e condenações

Seis dos aparelhos furtados foram recuperados em uma loja em São Paulo e devolvidos ao proprietário. Na sentença, Bruno e Maurício foram condenados a quatro anos de prisão em regime fechado. Já Thiago recebeu uma condenação de cinco anos em regime fechado, devido à reincidência no crime de furto. A decisão cabe recurso, mas os três não podem recorrer em liberdade, permanecendo presos durante o processo.

Contexto e implicações

Este caso destaca a sofisticação dos métodos criminosos, com o uso de tecnologia para burlar sistemas de segurança, e a importância de ferramentas digitais como o PIX em investigações policiais. A condenação reforça a atuação da Justiça e das forças de segurança no combate a crimes patrimoniais em ambientes comerciais, servindo como alerta para outros estabelecimentos.