Quinto suspeito é preso por envolvimento em assassinato de policial civil em Niterói
A Polícia Civil do Rio de Janeiro deu mais um passo significativo nas investigações sobre o homicídio do policial civil Carlos José Queirós Viana, ocorrido no dia 6 de outubro, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. Neste sábado (31), os agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí efetuaram a prisão de José Gomes da Rocha Neto, conhecido como Kiko, elevando para cinco o número de detidos no caso.
Detenção na Ilha do Governador e detalhes do crime
Kiko foi localizado e preso na Ilha do Governador, onde também foi cumprido um dos mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. O crime que motivou sua prisão foi brutal: Carlos José, de 59 anos e comissário da 29ª DP (Madureira), foi executado a tiros na porta de sua própria casa enquanto saía para jogar o lixo fora. A ação criminosa ocorreu em uma área residencial, chocando a comunidade local e levantando questões sobre segurança pública.
Papel de Kiko no planejamento do homicídio
De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Civil, José Gomes da Rocha Neto teria participado ativamente do planejamento do assassinato. Os investigadores apontam que ele recebia dados cruciais, incluindo informações sobre o período de monitoramento da vítima, que se estendeu por meses antes do crime. Além disso, Kiko teria conhecimento detalhado sobre o dia da execução e sobre a queima do veículo utilizado pelos criminosos na ação, elementos que sugerem uma operação meticulosa e premeditada.
Outros detidos e histórico criminal do suspeito
Antes da prisão de Kiko, outros quatro homens já haviam sido capturados pelas autoridades em conexão com o caso: Fábio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha, Mayck Júnior Pfister Pedro e Dênis da Silva Costa. A Polícia Civil destacou que José Gomes da Rocha Neto possui um histórico criminal considerável, com anotações por crimes graves como organização criminosa, homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo, o que reforça a gravidade das acusações atuais.
Andamento das investigações e busca por motivação
As investigações continuam em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do assassinato, incluindo a motivação por trás do crime. A polícia trabalha para desvendar os laços entre os suspeitos e possíveis mandantes, visando garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados. Este caso tem chamado a atenção para os riscos enfrentados por profissionais de segurança e a necessidade de medidas eficazes de proteção.