Porteiro é ouvido e liberado em caso de corretora assassinada em Caldas Novas
Porteiro liberado em caso de assassinato de corretora em GO

Porteiro é ouvido e liberado em caso de assassinato de corretora em Caldas Novas

A Polícia Civil de Goiás afirmou que o porteiro do prédio onde a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi assassinada, em Caldas Novas, não é considerado suspeito de participação no crime. O funcionário foi ouvido durante a investigação para esclarecer divergências nos relatos sobre a troca de turno da portaria, que ocorreu no mesmo horário do desaparecimento da vítima.

Detalhes da investigação

O caso é investigado como homicídio e ocultação de cadáver. O principal suspeito é o síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, que está preso temporariamente. O filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de obstrução da investigação policial.

A corretora de imóveis Daiane Alves de Souza foi encontrada morta após ficar mais de 40 dias desaparecida. Segundo a Polícia Civil, o corpo foi localizado em uma área de mata após o síndico indicar o local, e a investigação aponta que o crime ocorreu no subsolo do condomínio, em um ponto sem cobertura de câmeras.

Divergências na troca de turno

De acordo com os investigadores, Daiane desapareceu no momento exato da troca de turno da portaria. O porteiro que encerrava o expediente chegou a conversar com a corretora pouco antes de ela descer ao subsolo do prédio. Em seguida, ele deixou o local, e o controle da portaria passou a ser feito pelo funcionário que assumia o serviço naquele horário.

Esse intervalo é considerado relevante para a apuração, já que coincide com os últimos registros da vítima circulando pelo prédio. Durante a análise dos depoimentos, a polícia identificou inconsistências nos relatos do porteiro que entrou no turno.

Porteiro foi ouvido e liberado

A Polícia Civil informou que o porteiro foi levado para prestar depoimento com o objetivo de esclarecer essas divergências, mas destacou que não há indícios de envolvimento dele no assassinato ou na ocultação do corpo. Após ser ouvido, o funcionário foi liberado.

Segundo os investigadores, o porteiro aparece no inquérito apenas como testemunha. As apurações seguem concentradas na conduta do síndico Cléber Rosa de Oliveira, apontado como autor do crime, e do filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, suspeito de ter auxiliado o pai após o homicídio.

O caso continua sob investigação, com a polícia buscando mais evidências para consolidar as acusações contra os suspeitos. A comunidade de Caldas Novas permanece impactada pelo crime violento que chocou a região.