Homem usa identidade falsa e gesso com celulares para tentar entrar em presídio de SC
Homem com gesso falso tenta entrar em presídio de SC com celulares

Homem com identidade falsa e gesso repleto de celulares é flagrado tentando entrar em presídio de SC

Um homem foi abordado ao tentar acessar o Presídio Regional de Joinville, a cidade mais populosa de Santa Catarina, no último sábado (24), utilizando uma identidade falsa e fingindo estar com a perna quebrada. A situação chamou a atenção dos agentes penitenciários durante o procedimento de admissão, quando notaram que o indivíduo usava um gesso volumoso em uma das pernas, levantando suspeitas imediatas.

Detecção de objetos escondidos no gesso falso

Os policiais realizaram uma varredura com detector de metais, que indicou a presença de objetos ocultos no gesso. Ao retirar o material, foram encontrados diversos aparelhos eletrônicos e acessórios utilizados para comunicação dentro de presídios, incluindo:

  • 1 celular
  • 7 smartwatches
  • 5 carregadores por indução
  • 2 placas de carregamento USB
  • 1 cabo USB
  • 12 chips telefônicos

Todo o material foi apreendido pelas autoridades, que agiram rapidamente para impedir a entrada desses itens proibidos na unidade prisional.

Suspeito usava documentos de outra pessoa com mandado de prisão

De acordo com a Polícia Penal, o suspeito apresentou documentos de outra pessoa que tinha um mandado de prisão em aberto no Paraná. No entanto, como não havia um mandado de prisão válido contra o próprio homem, o delegado responsável determinou sua liberação após o incidente.

Presídio reforça protocolos de segurança

Em nota oficial, o Presídio Regional de Joinville informou que mantém protocolos rígidos de segurança para impedir a entrada de objetos proibidos e garantir a ordem na unidade. Este caso destaca os desafios enfrentados pelas autoridades penitenciárias em combater tentativas de contrabando e fraudes no sistema prisional.

A tentativa do homem, que simulou uma lesão para esconder os dispositivos, revela métodos criativos, porém ineficazes, diante da vigilância constante dos agentes. O episódio serve como um alerta para a necessidade de inspeções minuciosas e tecnologias de detecção atualizadas nas instituições correcionais.