Três presos tentam fuga de presídio no Rio, mas são recapturados rapidamente
Três presos tentam fuga de presídio no Rio e são recapturados

Tentativa de fuga em presídio do Rio é frustrada com recaptura rápida

Na madrugada desta segunda-feira (26), três presos foram flagrados tentando fugir do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, localizado no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), que detalhou os eventos que levaram à rápida intervenção das autoridades.

Detalhes da tentativa de fuga

Os detentos, identificados como William Freitas da Costa, Thiago Antônio de Oliveira e David Gonçalves de Souza, estavam em regime de isolamento quando acessaram uma área interna da unidade penal. Durante a ação, eles renderam um policial penal, mas a movimentação foi rapidamente percebida por outro agente, que acionou o sistema de alarme, conforme relatado pela Seap.

Imagens das câmeras de segurança capturaram o momento em que um dos presos conseguiu pular o muro do instituto e acessar uma área de mata adjacente à cadeia. No entanto, a fuga foi interrompida de forma imediata quando uma equipe do Grupamento Tático Móvel conseguiu recapturar o indivíduo.

Resposta das autoridades e consequências

Devido à frustração da tentativa de fuga de um dos presos, os outros dois não conseguiram prosseguir com o plano e retornaram à área de isolamento. Após o incidente, os detentos foram identificados e contidos por uma força-tarefa composta por:

  • Equipes da unidade penal
  • Grupamento de Intervenção Tática
  • Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário
  • Subsecretaria de Gestão Operacional

O policial penal que foi rendido durante a ação recebeu atendimento médico e, segundo a Seap, está bem. Os três presos, que não conseguiram efetivar a fuga, foram encaminhados à 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), onde o caso foi registrado para investigações posteriores.

Este incidente reforça os desafios contínuos enfrentados pelo sistema penitenciário brasileiro, especialmente em unidades de alta segurança, e destaca a importância de protocolos rápidos de resposta para prevenir fugas e garantir a segurança tanto dos funcionários quanto dos detentos.