Tragédia em Campos dos Goytacazes: bebê de 1 ano e 2 meses morre afogado em piscina de plástico
A cidade de Campos dos Goytaczes, no Norte Fluminense, foi palco de uma triste e comovente tragédia na tarde desta quarta-feira (28). Lorenzo Barbosa, um bebê de apenas 1 ano e 2 meses de vida, faleceu após se afogar em uma piscina de plástico dentro de sua própria residência, localizada no bairro Nova Brasília.
Detalhes do acidente e tentativa de socorro
Segundo informações apuradas pela polícia, o acidente ocorreu enquanto a criança brincava em uma piscina de plástico de pequeno porte, que estava instalada no terraço da casa. Familiares perceberam a situação e imediatamente prestaram os primeiros socorros ao pequeno Lorenzo, tentando reanimá-lo no local.
Em seguida, o bebê foi transportado às pressas para o Hospital Ferreira Machado, na esperança de salvar sua vida. Infelizmente, apesar dos esforços da equipe médica, a morte do menino foi confirmada na unidade hospitalar, deixando familiares e amigos em profundo luto.
Investigação policial e período de luto
A delegada Carla Tavares, responsável pelo caso, confirmou o ocorrido e informou que o registro da ocorrência já foi feito pela Polícia Civil. Ela explicou que, embora a família ainda precise ser ouvida para esclarecer os detalhes do acidente, os depoimentos serão colhidos somente após o período de luto, respeitando o momento de dor dos pais e parentes.
Um amigo próximo da família revelou que Lorenzo era filho único, o que torna a perda ainda mais devastadora para os pais. A reportagem tentou contato com a mãe e o pai do bebê, mas eles preferiram não se manifestar publicamente, optando por preservar a privacidade neste momento tão difícil.
Corpo aguarda liberação no IML
Atualmente, o corpo do pequeno Lorenzo permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Campos dos Goytacazes, onde aguarda a liberação para que os familiares possam realizar o sepultamento. A tragédia serve como um alerta sobre a importância da supervisão constante de crianças próximas a qualquer tipo de água, mesmo em ambientes domésticos aparentemente seguros.
Acidentes como este reforçam a necessidade de medidas preventivas, como a instalação de barreiras de segurança e a vigilância ininterrupta, para evitar que histórias tão tristes se repitam no futuro.