Ex-astro de 'Os Batutinhas' vive voto de pobreza em fazenda no Arkansas
Ex-astro de 'Os Batutinhas' vive voto de pobreza em fazenda

Ex-astro de 'Os Batutinhas' abandona Hollywood por voto de pobreza em fazenda

Em uma reviravolta surpreendente na carreira, o ator Bug Hall, conhecido por seu papel icônico em produções infantojuvenis dos anos 1990, decidiu deixar para trás o glamour de Hollywood. Aos 40 anos, ele agora vive um estilo de vida radicalmente diferente, baseado em princípios de simplicidade e fé.

Da fama ao voto de pobreza: a transformação de Bug Hall

Bug Hall ficou mundialmente famoso ao interpretar o personagem Alfalfa no filme Os Batutinhas, lançado em 1994. No entanto, em vez de seguir uma carreira repleta de luxo e celebridade, o ator optou por um caminho oposto. Atualmente, ele reside com sua esposa e cinco filhos em uma fazenda no estado do Arkansas, nos Estados Unidos, onde adotou um voto de pobreza.

Em entrevista exclusiva ao jornal britânico Daily Mail, Bug Hall se descreveu como "autocancelado" e "católico extremista". Ele explicou que renunciou aos ganhos acumulados como ator e doou a maior parte de seus bens materiais, buscando uma existência mais significativa e alinhada com suas crenças religiosas.

Motivações por trás da decisão radical

O ator detalhou que sua escolha foi motivada por um desejo profundo de evitar trabalhos que considera vazios ou sem propósito. "Não queria trabalhar em um emprego que fosse basicamente sem sentido, fazendo bugigangas para entreter ou distrair as pessoas", afirmou Bug Hall. Ele acrescentou que, se surgirem necessidades financeiras, está disposto a aceitar trabalhos temporários ou bicos para suprir essas demandas, mas sempre priorizando uma vida simples e focada em valores familiares e espirituais.

Essa mudança radical no estilo de vida de Bug Hall chama a atenção não apenas por contrastar com sua antiga carreira em Hollywood, mas também por refletir uma tendência crescente de celebridades que buscam afastar-se da cultura do consumo e da fama efêmera. Sua história serve como um exemplo inspirador de como é possível reinventar-se longe dos holofotes, priorizando o bem-estar pessoal e a conexão com a natureza.