A edição comemorativa de 30 anos do Planeta Atlântida 2026 foi um verdadeiro marco na história dos festivais brasileiros, celebrada em grande estilo com ingressos esgotados, grandes shows nacionais, um espetáculo impressionante de drones, fogos de artifício e, claro, muita música de qualidade. O evento aconteceu na Saba, em Xangri-lá, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, atraindo uma multidão vibrante ao longo de dois dias intensos.
Multidão e momentos históricos no festival
Foram dois dias de pura energia, nos quais aproximadamente 80 mil pessoas compareceram ao local, transformando a paisagem em um mar de entusiasmo e celebração. Já na madrugada de domingo, 1° de fevereiro, Alok e Dennis deram o ponto final a essa edição histórica, entregando ao público uma noite memorável que certamente ficará gravada na memória de todos os presentes.
Alok eleva o espetáculo com tecnologia e emoção
Alok, subindo ao palco por volta das 2h20, retornou ao Planeta Atlântida com uma apresentação que literalmente conquistou o céu de Xangri-lá. Como um nome consolidado na música eletrônica mundial e conhecido por suas superproduções futuristas, ele trouxe ao litoral gaúcho um dos momentos mais emocionantes da noite: um show de drones que formou no ar símbolos icônicos, como a bandeira do Rio Grande do Sul, uma cuia de chimarrão e o próprio símbolo do Planeta Atlântida.
Esse espetáculo visual levou a milhares de celulares sendo erguidos pelos chamados planetários, que pulavam freneticamente ao som de cada música, criando uma cena de união e alegria coletiva. Na sequência, pouco antes das 4h, foi a vez de Dennis entrar em cena para dominar a madrugada de domingo e, de fato, encerrar o evento com chave de ouro.
Line-up diversificado e shows de alto nível
Além do encerramento épico, o Planeta Atlântida 2026 contou com uma programação repleta de atrações nacionais de peso. No sábado, 31 de janeiro, os presentes puderam disfrutar de performances como a de Armandinho em dupla com Vitor Kley, incluindo uma homenagem tocante ao cão Orelha, o pagode romântico de Belo que embalou casais e solteiros apaixonados, e a versatilidade de Ludmilla, que mesclou funk, pop e pagode.
Simone Mendes demonstrou toda a potência do sertanejo, enquanto Matuê se tornou uma verdadeira entidade no palco, com um X gigante e um público eufórico. Na sexta-feira, 30 de janeiro, a abertura ficou por conta de Neto Fagundes, que comandou o festival com clássicos do RS, seguido por Veigh desfilando hits e mostrando a força do trap, e a estreia de João Gomes, que trouxe o piseiro para invadir o Rio Grande do Sul.
Jota Quest, recordista em participações, apresentou sucessos de décadas, Anitta botou o público para dançar até o chão, Menos é Mais dominou a madrugada com pagode, Zé Neto & Cristiano entregaram uma noite de sofrência e muita emoção, e Luísa Sonza encerrou o primeiro dia com chuva e uma performance cheia de energia.
Em resumo, o Planeta Atlântida 2026 não foi apenas um festival, mas uma celebração que uniu tecnologia, cultura gaúcha e música de alta qualidade, deixando uma marca indelével no cenário dos eventos brasileiros e na memória de seus participantes.