A bolha de Glinda estourou: a grande derrocada de 'Wicked' no Oscar 2026
O Oscar divulgou as indicações oficiais para a maior premiação de Hollywood em 2026, e um detalhe específico sobre um dos maiores esnobados deste ano chamou a atenção de críticos e fãs. Se no ano passado Wicked (2024) havia conquistado dez indicações, das quais venceu em melhor design de produção e melhor figurino, na premiação deste ano, a sequência, Wicked: Parte II, foi completamente esquecida pela Academia.
Esperanças frustradas e apostas desfeitas
Nos bolões de apostas, Ariana Grande parecia ser a grande salvação do filme com uma possível indicação como melhor atriz coadjuvante, e até as categorias técnicas mantinham a esperança de receberem um aceno. Porém, o resultado foi desastroso, com a produção sendo ignorada em todas as categorias. Curiosamente, os filmes dirigidos por Jon M. Chu acabaram reafirmando um problema geral de Wicked.
O contraste entre os atos e as jornadas das protagonistas
Uma das peças mais famosas da Broadway, o espetáculo sempre foi elogiado por seu primeiro ato, focado em Elphaba, a protagonista que foi vivida por Cynthia Erivo em ambos os filmes, e criticado pelo segundo ato, que corre para fechar todas as histórias e é mais voltado para a jornada de Glinda, interpretada por Ariana Grande nos dois longas. Essa dinâmica pode ter influenciado a recepção crítica e o desempenho nas premiações.
Reflexões sobre o impacto no cinema e na cultura
A jornada de Wicked no Oscar destaca como adaptações cinematográficas podem enfrentar desafios ao tentar capturar a magia de produções teatrais icônicas. Enquanto a primeira parte conseguiu brilhar com indicações e vitórias, a sequência enfrentou uma queda abrupta, levantando questões sobre a consistência narrativa e a evolução dos personagens. Esse episódio serve como um estudo de caso para o mercado do entretenimento, mostrando que o sucesso inicial não garante reconhecimento contínuo.