Cinema brasileiro em 2026: nova safra de filmes promete brilhar em festivais e salas
Cinema brasileiro 2026: filmes para festivais e salas

Cinema brasileiro em 2026: uma nova safra promissora após sucesso internacional

Após o reconhecimento global de produções como Ainda Estou Aqui em 2024 e O Agente Secreto em 2025, o cinema brasileiro chega a 2026 com uma onda de filmes que prometem movimentar salas de cinema e festivais ao longo do ano. A coluna GENTE destaca essa nova safra, que inclui dramas impactantes, comédias inusitadas e produções já a caminho de eventos internacionais como o Festival de Berlim.

Destaques da nova safra cinematográfica

A seleção de longas para 2026 apresenta uma diversidade de gêneros e histórias, com talentos consagrados e estreias promissoras. Entre os filmes previstos, destacam-se:

  • Vicentina Pede Desculpas: Dirigido por Gabriel Martins e produzido pela Filmes de Plástico, o drama traz Rejane Faria como Vicentina, uma mulher de 75 anos que, após a morte do filho em um acidente, busca as famílias das vítimas para pedir perdão.
  • Muito Prazer: Com direção de Jorge Furtado, a comédia acompanha Rubem (Daniel de Oliveira), que herda um motel antigo e, ao reabri-lo com Grace (Luisa Arraes), enfrenta desafios financeiros que levam a um plano inusitado envolvendo câmeras escondidas.
  • Se Eu Fosse Vivo… Viva: Escrito e dirigido por André Novais Oliveira, o filme narra a história de um casal ao longo de cinco décadas, com a estreia da escritora Conceição Evaristo no cinema e atuação de Norberto Novais Oliveira.
  • Fiz Um Foguete Imaginando Que Você Vinha: Estreia da cineasta Janaína Marques, este road movie sensorial explora a imaginação como forma de cura e foi selecionado para o Festival de Berlim 2026.
  • Isabel: Dirigido por Gabe Klinger e produzido por Rodrigo Teixeira, o filme segue uma sommelière em São Paulo que sonha em abrir seu próprio bar de vinhos, com roteiro baseado em experiências reais.
  • Yellow Cake: Ambientado no sertão da Paraíba, o filme acompanha cientistas que usam urânio para combater a dengue, com elenco que inclui Rejane Faria e Tânia Maria.
  • Precisamos Falar: Baseado no best-seller O Jantar, o drama dirigido por Rebeca Diniz e Pedro Waddington estrela Alexandre Nero e Marjorie Estiano em uma trama sobre dilemas éticos.
  • Geni e o Zepelim: Inspirado na canção de Chico Buarque e dirigido por Anna Muylaert, o filme narra a história de Geni, uma travesti interpretada por Ayla Gabriela, com Seu Jorge no elenco.

Impacto no cenário cultural e internacional

Essa nova safra não apenas reforça a vitalidade do cinema brasileiro, mas também destaca sua presença em festivais de prestígio. Produções como Se Eu Fosse Vivo… Viva e Fiz Um Foguete Imaginando Que Você Vinha já estão programadas para o Festival Internacional de Cinema de Berlim, que ocorre de 12 a 22 de fevereiro de 2026. Isso demonstra a capacidade do setor em produzir obras que ressoam tanto no mercado nacional quanto no internacional, explorando temas universais com uma perspectiva única.

Além disso, a diversidade de gêneros e abordagens reflete um cinema em constante evolução, capaz de atrair diferentes públicos e críticos. Com talentos estabelecidos e novas vozes, o ano de 2026 promete ser um marco para a indústria cinematográfica brasileira, consolidando seu lugar no panorama global das artes e do entretenimento.