Primeira-dama Janja Lula da Silva se pronuncia sobre caso de agressão que levou à morte de cão comunitário em Florianópolis
Nesta terça-feira, 27 de janeiro de 2026, a primeira-dama Janja Lula da Silva utilizou suas redes sociais para expressar profunda tristeza e indignação diante do caso do cão Orelha, que faleceu após sofrer agressões brutais no início do mês na Praia Brava, localizada em Florianópolis, Santa Catarina.
Em um post emocionado no Instagram, Janja questionou a mentalidade por trás de atos de crueldade contra animais, destacando a vulnerabilidade desses seres. "Nunca entendi o que se passa na cabeça e no coração de quem tem coragem de maltratar outro ser vivo. Principalmente um ser indefeso, como um cachorro", escreveu ela.
Crítica à banalização da violência e apelo por justiça
A primeira-dama argumentou que a morte de Orelha não é um incidente isolado, mas sim um sintoma alarmante de uma geração exposta a conteúdos digitais que normalizam a violência. "Sua morte não é apenas um episódio isolado de crueldade. É um alerta doloroso sobre uma geração exposta, desde cedo, a discursos e conteúdos digitais que banalizam a violência e transformam a dor em entretenimento", afirmou Janja.
Ela também fez um apelo direto por responsabilidade e ação, citando uma frase histórica de Caetano Veloso para reforçar sua preocupação com as atitudes da juventude. Além disso, Janja se solidarizou com a comunidade local que cuidava do animal, enfatizando a necessidade de justiça no caso.
Histórico de defesa dos animais e vida pessoal
Janja Lula da Silva é conhecida por seu ativismo em prol dos direitos animais, sendo tutora de três cachorros adotados: Resistência, Esperança e Paris. Sua manifestação recente reforça seu compromisso contínuo com a causa, chamando a atenção para a importância do combate à impunidade em casos de maus-tratos.
O caso do cão Orelha, descrito como um animal comunitário amado pelos moradores, continua sob investigação, com a primeira-dama cobrando medidas para evitar futuras tragédias similares.