Bombardeios dos EUA em Caracas: 11 fotos da captura de Maduro
EUA bombardeiam Venezuela e capturam Nicolás Maduro

Uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos resultou em uma série de bombardeios em Caracas e na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026. Os ataques atingiram alvos militares estratégicos na capital e em estados vizinhos, marcando uma escalada dramática no conflito político com o governo de Caracas.

Operação de captura em meio a bombardeios

Por volta das 2h da manhã, horário local, os habitantes de Caracas começaram a ouvir fortes explosões e o som de aeronaves sobrevoando a cidade. As Forças Armadas americanas executaram uma operação com o objetivo declarado de "capturar" o mandatário venezuelano e sua esposa, Cilia Flores.

Segundo informações da emissora CNN, Maduro e a primeira-dama foram retirados à força do quarto onde estavam por militares dos EUA durante a madrugada. O líder do partido governista, Nahum Fernández, confirmou à Associated Press que o casal se encontrava na residência dentro do complexo militar do Forte Tiuna no momento da ação.

Alvos militares atingidos e cenas de destruição

Os bombardeios concentraram-se em instalações militares chave. O Forte Tiuna, maior complexo militar do país e principal base em Caracas, foi um dos locais mais atingidos, ficando completamente sem energia e registrando grandes incêndios.

Outros alvos incluíram o Quartel de la Montaña e a Base Aérea de La Carlota, onde veículos militares, incluindo caminhões e um ônibus, foram destruídos ou incinerados. Ataques também foram relatados nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, com uma grande nuvem de fumaça negra sendo vista sobre o Porto de La Guaira.

Com a chegada da luz do dia, a população pôde observar as consequências dos ataques: veículos em chamas, edifícios danificados e nuvens persistentes de fumaça. Até o momento, não há relatos oficiais de vítimas fatais ou feridos em decorrência dos bombardeios.

Reação e cenário de tensão

Inicialmente, os moradores da capital não compreenderam a natureza da operação, ouvindo apenas as detonações sucessivas e aviões nos céus. Muitos se posicionaram em pontos altos para tentar acompanhar as cenas insólitas que se desenrolavam.

Após os ataques, membros da Guarda Nacional Venezuelana e dos Cuadrantes De La Paz foram vistos patrulhando áreas afetadas, como os arredores do Porto de La Guaira e as imediações do Forte Tiuna. A situação permanece tensa, com o paradeiro de Maduro e as consequências políticas desta intervenção militar direta ainda por serem totalmente esclarecidas.

Esta ação marca um ponto sem precedentes na crise venezuelana, inserindo uma intervenção militar estrangeira direta no coração do poder em Caracas. O desfecho desta operação e suas repercussões internacionais são aguardados com grande expectativa.