EUA capturam Maduro em ataque aéreo na Venezuela: 40 mortos e tensão global
Ataque dos EUA captura Maduro na Venezuela

O mundo acordou em 2026 com uma notícia de impacto global: os Estados Unidos executaram uma operação militar de grande escala na Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro. A ação, descrita como a mais forte contra um país latino-americano em décadas, ocorreu na madrugada do sábado, 3 de janeiro, e gerou imediata condenação internacional.

Como foi executada a operação militar

O ataque começou pontualmente às 3h, no horário de Brasília. Autorizada pessoalmente pelo presidente norte-americano Donald Trump pouco antes da meia-noite, a ofensiva foi planejada para ser discreta e precisa. De acordo com o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA, cerca de 150 aeronaves foram mobilizadas, incluindo jatos de caça F-18 e F-35, bombardeiros B-1, helicópteros de operações especiais e drones.

Primeiro, as defesas aéreas e instalações militares venezuelanas foram neutralizadas por bombardeios. Em seguida, aeronaves especializadas EA-18 Growler desativaram a rede elétrica de Caracas, mergulhando a capital na escuridão. Este blecaute tático permitiu que helicópteros da Força Especial Delta se aproximassem em segurança do Fuerte Tiuna, complexo militar no sul da cidade onde Maduro estava escondido.

As tropas americanas chegaram ao local às 3h01 e enfrentaram resistência das forças de segurança presidenciais em um tiroteio. Os soldados conseguiram interceptar Maduro momentos antes que ele conseguisse se trancar em um bunker. O presidente venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e transportados para os Estados Unidos ainda no fim de semana, onde aguardam julgamento em uma prisão de Nova York.

Balanço de vítimas e justificativas controversas

O número exato de mortos ainda é incerto, pois o governo venezuelano não divulgou um balanço oficial. No entanto, fontes locais informaram ao The New York Times que ao menos 40 pessoas perderam a vida. O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, confirmou que "uma grande parte" da equipe de segurança de Maduro foi morta.

Um dado trágico e específico veio à tona na segunda-feira: os governos de Cuba e da Venezuela confirmaram que 32 cidadãos cubanos estavam entre as vítimas fatais do ataque.

A Casa Branca justificou a ação militar como um apoio necessário ao Departamento de Justiça dos EUA para cumprir um mandado de prisão contra Maduro. O presidente venezuelano é acusado pela justiça norte-americana de crimes como conspiração para o narcoterrorismo, tráfico de cocaína e posse ilegal de armas. Especialistas e vários países, no entanto, veem o ataque como uma grave violação do direito internacional e um ato de guerra contra uma nação soberana.

Interesse geopolítico e petróleo no centro do conflito

Analistas apontam que, por trás das acusações de narcotráfico, o verdadeiro interesse do governo Trump reside nas vastas reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo, estimadas em 303 bilhões de barris. Em entrevista à Fox News na manhã de sábado, Trump afirmou que os EUA terão um "forte envolvimento" com o petróleo venezuelano e que empresas norte-americanas devem retornar ao país.

O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a posição, declarando que os Estados Unidos manterão a "quarentena do petróleo" contra a Venezuela e bloquearão navios petroleiros, esperando mudanças na administração da indústria.

Reações internacionais e um futuro incerto

A comunidade internacional reagiu com forte repúdio, mas ações concretas para reverter a situação parecem limitadas. Rússia e China, principais aliados do regime de Maduro, exigiram sua libertação imediata. A Organização das Nações Unidas (ONU), através de seu secretário-geral António Guterres, alertou que o ataque abre um "precedente perigoso".

A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) realizou uma cúpula de emergência, que terminou sem um consenso. Enquanto Brasil, Colômbia e Uruguai expressaram preocupação, nações alinhadas a Trump, como Argentina, Paraguai e Bolívia, apoiaram a ação. Até mesmo o Congresso norte-americano protestou, acusando a Casa Branca de tê-lo enganado sobre os reais objetivos da operação.

O episódio marca um ponto de inflexão nas relações internacionais, levantando questões profundas sobre soberania, direito internacional e o uso da força por grandes potências. O destino de Nicolás Maduro nas cortes dos EUA e o futuro político da Venezuela são agora os próximos capítulos desta crise de proporções históricas.