Flamengo 0 x 2 Corinthians: Uma Análise Detalhada da Derrota e das Críticas à Gestão Rubro-Negra
O Flamengo enfrentou uma derrota por 2 a 0 para o Corinthians em um jogo que expôs falhas profundas no clube. A explicação para este resultado desastroso está na cara, segundo análises especializadas, e remonta a decisões tomadas ainda em 2025.
Origens dos Problemas: Conivência e Autopremiação
Tudo o que vem ocorrendo de ruim — e não é pouca coisa — começou em 2025. Com a conivência do português que comanda o futebol, a comissão técnica e os jogadores se autopremiaram com um período de férias bem maior do que o de todos os outros clubes brasileiros.
A consequência, o castigo, veio neste início de temporada: uma campanha ridícula no Campeonato Carioca, disputado nas três primeiras rodadas por um fraquíssimo time sub-20 e, na sequência, uma equipe sem força para encarar um Corinthians tecnicamente inferior, porém sobrando fisicamente.
Empáfia, falta de profissionalismo e ausência de responsabilidade explicam este domingo triste, que não tem volta. O Campeonato Carioca, meio que por milagre, talvez ainda permita reverter o papelão inicial, mas o caminho é árduo.
Análise do Jogo: Falhas Táticas e Comportamentais
Sobre o jogo em si, até aqui, o único atacante com um mínimo de destaque foi Cebolinha. Não se entende por que ele não começou jogando, uma decisão que impactou o ataque rubro-negro.
O árbitro esteve completamente fora da casinha. Teve chance e tempo de expulsar Carrascal ao se reunir com os capitães ao final do primeiro tempo. Até agora, não se entende por que não o fez.
Carrascal, por sua vez, foi de uma idiotice completa. Com duzentas câmeras e VAR, sapecou uma cotovelada que praticamente definiu o jogo, mostrando falta de controle emocional.
De emoção, tivemos uma cabeçada de Pulgar no travessão e um gol perdido por Paquetá. Muito pouco para o elenco que temos, evidenciando uma performance abaixo do esperado.
Questões Financeiras e Contratuais
Peço calma e paciência aos amigos que não concordam com o que foi gasto com Paquetá. Tenho alguns contra-argumentos. O primeiro vem da tese do meu inesquecível companheiro e gênio João Saldanha: Dinheiro não faz gol, não ganha jogo e não levanta caneco.
Se há dinheiro, gastá-lo com quem valha a pena é absolutamente saudável para o torcedor. O custo-benefício vem depois, mas é crucial avaliar os investimentos.
Samuel Lino, sim, foi caro — muito mais pelo que não entrega do que pelo valor investido. Incrível que um jogador que custou tanto sequer tenha entrado em campo em um jogo tão importante.
Críticas à Comissão Técnica e Gestão
Alguém consegue me explicar por que Filipe Luís não mexe no intervalo? E alguém pode me informar, além de tirar fotos com jogadores contratados, o que exatamente faz Boto no Flamengo?
Sugiro ao brilhante e competente presidente rubro-negro que, até tudo voltar ao normal, transfira seu gabinete da Gávea para o Ninho. Já vimos, por experiência recente, o quanto é importante a presença da cabeça rubro-negra — e pensante — do nosso Bap.
Dentre suas muitas virtudes, a sensibilidade e o saber, inclusive sobre os regulamentos dos campeonatos, são essenciais para reverter esta situação. Precisamos começar 2026 com uma gestão mais atenta e responsável.