Zanin segue Moraes e vota pela condenação dos mandantes do assassinato de Marielle Franco
Zanin vota para condenar mandantes da morte de Marielle Franco

Zanin acompanha Moraes e vota pela condenação dos mandantes do assassinato de Marielle Franco

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu nesta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, o segundo voto para condenar os irmãos Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, e Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco. A execução ocorreu a tiros em 14 de março de 2018, em um crime que chocou o país e gerou ampla repercussão nacional e internacional.

Voto alinhado com o relator do processo

Zanin acompanhou integralmente o voto do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF, que já havia se posicionado pela condenação dos acusados. Essa decisão marca um passo significativo no julgamento, que busca esclarecer os responsáveis pelo homicídio da parlamentar e de seu motorista, Anderson Gomes. O caso é considerado um dos mais emblemáticos da justiça brasileira recente, envolvendo figuras políticas de alto escalão.

As penas específicas para Chiquinho e Domingos Brazão serão definidas apenas ao final do julgamento, caso haja maioria entre os ministros do Supremo Tribunal Federal pelas condenações. O processo segue em andamento, com expectativa de novos votos nas próximas sessões, que poderão consolidar ou alterar o rumo das decisões.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Contexto e impacto do caso Marielle Franco

Marielle Franco, vereadora pelo PSOL no Rio de Janeiro, era conhecida por sua atuação em defesa dos direitos humanos, especialmente em comunidades carentes e contra a violência policial. Sua morte brutal desencadeou uma série de investigações complexas, que envolveram múltiplas instâncias da polícia e do judiciário ao longo dos anos. A inclusão dos irmãos Brazão como mandantes do crime adiciona uma camada política ao caso, levantando questões sobre corrupção e abuso de poder no cenário brasileiro.

O julgamento no STF é acompanhado de perto pela sociedade civil, organizações de direitos humanos e a mídia, refletindo a importância de se fazer justiça em um crime que simboliza a luta por igualdade e transparência. A decisão de Zanin reforça a tendência inicial do tribunal em responsabilizar os acusados, mas o desfecho final ainda depende dos votos dos demais ministros.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar
O caso continua a evoluir, com potenciais implicações para o sistema político e judicial do Brasil.