O mundo acordou no dia 3 de janeiro de 2026 com uma notícia que alterou o cenário geopolítico das Américas: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou uma operação militar-relâmpago que resultou na captura e prisão do líder venezuelano Nicolás Maduro. A ação, descrita como cirúrgica e brilhante pelo mandatário americano, pôs fim a anos de tensão e encerrou de forma abrupta o regime chavista, que durava 26 anos.
Os detalhes da captura histórica
A operação, iniciada na madrugada, envolveu bombardeios e o uso massivo de helicópteros de combate, como os modelos Blackhawk e Chinook. A resistência prometida pelo regime desmoronou rapidamente, frustrando até mesmo as ameaças de usar batalhões de voluntários idosos e indígenas. O número dois do chavismo, Diosdado Cabello, que havia prometido fazer os americanos "conhecer o curare", teve seu paradeiro desconhecido após a ação.
Trump, em declaração ao New York Times, atribuiu o sucesso a um "muito planejamento bom e muitas tropas muito, muito boas". Segundo informações iniciais, a operação não registrou baixas do lado americano, embora ainda não haja dados consolidados sobre possíveis vítimas venezuelanas.
O destino de Maduro e o futuro da Venezuela
Nicolás Maduro agora aguarda, sob custódia americana, um julgamento nos Estados Unidos, onde responderá por acusações de chefiar uma organização de narcotráfico. Espera-se que seu processo judicial, embora pouco edificante, seja conduzido dentro da legalidade, sem os métodos brutais que seu regime aplicava contra opositores.
Enquanto isso, a Venezuela se vê diante de um vácuo de poder. Apesar das tentativas do ministro da Defesa, general Vladimir Padrino, de simular continuidade ao denunciar a ação como um "ultraje", as instituições, totalmente tomadas pelo chavismo, precisarão ser recompostas do zero.
A esperança para uma transição ordenada reside na oposição coerente que surgiu após as eleições de 2024, que foram amplamente consideradas fraudulentas. Naquele pleito, o candidato de última hora, Edmundo González, obteve simbolicamente 69% dos votos, com o apoio decisivo da líder oposicionista María Corina Machado. Nomes no exílio, como Leopoldo López e Juan Guaidó, também são apontados como peças-chave para o futuro.
Contexto e comparações históricas
Analistas já comparam a ação à invasão do Panamá em 1989 para capturar Manuel Noriega, mas ressaltam que a operação na Venezuela foi ainda mais ousada. O país sul-americano é teoricamente mais forte, equipado com armas fornecidas pela Rússia e pelo Irã. Noriega, assim como Maduro, foi condenado nos EUA por tráfico de drogas.
Pouco antes da captura, Maduro, em uma entrevista ao espanhol Ignacio Ramonet, do Le Monde, tentou uma última negociação, oferecendo-se para conversar sobre combate ao narcotráfico e sobre petróleo "como, quando e onde" os americanos quisessem. A proposta, no entanto, chegou tarde demais.
A tese de que o interesse de Trump se resumia ao petróleo venezuelano é considerada ingênua por observadores. O presidente americano teria, segundo a análise, um Maduro disposto a negociar o óleo se esse fosse seu único objetivo. A ação militar aponta para um cálculo estratégico mais complexo, que envolve narcotráfico, segurança regional e o fim de um regime considerado uma ameaça.
As próximas horas e dias serão decisivos para definir se a operação-relâmpago evitou um conflito prolongado ou se o presidente bolivariano, que se jactava de estar "protegido por Deus", simplesmente caiu de maduro, precisando apenas de um empurrão final das forças especiais americanas. Uma coisa é certa: a era Maduro chegou ao fim.