Flávio Bolsonaro diz que não vai puxar a orelha de ninguém em pré-campanha
Flávio Bolsonaro: não vou puxar a orelha de ninguém

Sem a presença de Jair Bolsonaro como mediador, a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro à presidência enfrenta turbulências. Divergências, intrigas e disputas de poder entre familiares e aliados marcam o início da corrida eleitoral na direita.

Flávio Bolsonaro defende liberdade

Candidato mais bem pontuado nas pesquisas entre os opositores, Flávio Bolsonaro afirmou que não adotará o 'centralismo democrático' do PT. "Todo mundo tem liberdade para pensar o que quiser. Vamos resolver. Ninguém precisa de puxão de orelha não", disse o filho do ex-presidente à Veja.

Intrigas e disputas internas

As tensões envolvem figuras como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carlos Bolsonaro (PL-SC), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF), o vereador Jair Renan (PL-SC) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), reconhece que a prisão domiciliar de Bolsonaro dificulta a articulação, mas defende a livre manifestação. "Somos um grupo plural, diversificado, sem centralismo", afirmou.

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Lideranças do PL otimistas

O deputado Altineu Côrtes (PL-RJ) acredita que os ajustes necessários ocorrerão com o tempo: "Uma hora a poeira vai assentar". O cientista político Alberto Aggio, da Unesp, concorda e aponta que, apesar das divisões, o desgaste de Lula pode beneficiar a direita.

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