China exige que EUA encerrem sanções contra Cuba e classifica embargo como ilegal
China exige fim de sanções dos EUA contra Cuba

A China manifestou-se firmemente contrária às novas sanções impostas pelos Estados Unidos a Cuba, exigindo que Washington encerre imediatamente o embargo econômico contra o país caribenho. Na última sexta-feira, 1º de maio, o presidente norte-americano Donald Trump assinou uma ordem executiva que amplia as restrições ao governo cubano, intensificando a pressão sobre Havana.

Posição chinesa

Em resposta à medida, Pequim pediu que os Estados Unidos suspendam todas as sanções contra Cuba, classificando-as como ilegais e em desacordo com as normas das relações internacionais. A China considera que tais ações unilaterais violam os princípios da soberania e da não intervenção, prejudicando o desenvolvimento econômico e social de Cuba.

Contexto das sanções

As novas sanções assinadas por Trump representam um endurecimento do embargo que já dura décadas. O governo americano busca aumentar a pressão sobre o regime cubano, mas a China defende que o diálogo e a cooperação são os caminhos adequados para resolver diferenças entre os países.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

A China reafirma seu apoio a Cuba e pede que a comunidade internacional se posicione contra medidas coercitivas que afetam povos soberanos. A posição de Pequim é clara: o embargo deve ser suspenso imediatamente, e as relações entre Estados Unidos e Cuba devem ser normalizadas com base no respeito mútuo.

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site para conferir os principais conteúdos em texto e vídeo.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar