XP prevê dólar abaixo de R$ 4,82 após romper barreira dos R$ 5
Analistas da corretora projetam nova queda da moeda americana para 4,82 reais, impulsionada por fluxo recorde de capital estrangeiro para o Brasil em 2026.
Analistas da corretora projetam nova queda da moeda americana para 4,82 reais, impulsionada por fluxo recorde de capital estrangeiro para o Brasil em 2026.
Após fechar abaixo de R$ 5, dólar opera em queda nesta terça com investidores otimistas sobre negociações de paz no Oriente Médio. Petróleo também recua, mas tensões persistem.
A interrupção do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz pelos EUA eleva tensões e preços do petróleo, com impactos diretos na inflação brasileira e nos custos dos combustíveis.
Dados do Ministério do Desenvolvimento mostram queda nas exportações da região no primeiro trimestre de 2026, com São José dos Campos mantendo liderança no setor aeronáutico.
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RecomendadoQuase 20% das declarações entregues no início do prazo apresentaram erros devido a falhas na base de dados da Receita Federal, segundo especialista da FGV.
A chegada dos últimos navios-tanque que cruzaram o Estreito de Ormuz antes da guerra marca um ponto de inflexão na crise global de energia, com risco de escassez física de combustíveis na Europa, EUA e Ásia.
As decisões de política externa de Donald Trump elevam incertezas no mercado financeiro, levando investidores a buscarem ativos no Brasil e pressionando o dólar para baixo, com a moeda fechando abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos.
A moeda norte-americana atingiu R$ 4,999 pela primeira vez em dois anos, influenciada por declarações de Trump sobre acordo com Teerã e bloqueio marítimo que afeta 20% do tráfego global de petróleo.
O impasse no Estreito de Ormuz eleva preços do petróleo, pressionando a inflação brasileira. Mercado reduz expectativa de corte da Selic para 0,25% em abril, com queda maior só em junho.
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RecomendadoConflito no Oriente Médio reduz turismo e consumo, impactando crescimento da LVMH e ampliando incertezas sobre retomada global do setor de luxo em 2026.
A forte valorização do real em 2026 tem causado uma queda generalizada de moedas estrangeiras, incluindo euro e libra esterlina, que acumulam perdas superiores a 8% frente à moeda brasileira.
Analistas aumentam pela quinta semana seguida a estimativa de inflação, projetando IPCA de 4,71% em 2025, acima do teto da meta. Guerra no Oriente Médio e alta do petróleo pressionam preços.
O setor de portos e hidrovias movimentou 101 milhões de toneladas em fevereiro, com alta de 3,78%. Terminais privados lideram crescimento, com aumento de 8,90%.
Pesquisa da Fecomércio-AM revela que 98% dos entrevistados pretendem comprar presentes, com perfumes e cosméticos liderando as preferências. Lojas físicas seguem como principal canal de compra.
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RecomendadoReajuste de R$ 7,11 no botijão de 13 kg já impacta revendas na cidade, com preços chegando a R$ 140 com entrega. Confeiteira relata gasto extra de R$ 256 ao ano, enquanto distribuidor alerta para novas altas.
O preço médio do diesel recuou 0,2% para R$ 7,43, marcando a primeira redução desde o início das tensões internacionais. Gasolina e etanol também apresentaram ligeiras quedas nos postos brasileiros.
A carga tributária no Brasil alcançou 32,4% do PIB, o nível mais alto em quinze anos. Enquanto isso, inflação dispara nos EUA, tensões no Oriente Médio ameaçam paz e missão Artemis II retorna à Terra.
A carga tributária no Brasil atingiu o maior nível da série histórica em 2025, com 32,4% do PIB. O aumento foi puxado por tributos federais, enquanto especialistas alertam para problemas na qualidade dos serviços públicos.
Nos primeiros meses de 2026, os gastos com educação, transporte e alimentação foram os que mais impactaram o orçamento das famílias brasileiras, segundo dados do IPCA. A alta dos combustíveis e reajustes escolares pressionam a inflação.
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RecomendadoA inflação medida pelo IPCA acelerou para 0,88% em março, superando expectativas do mercado. Combustíveis e alimentos foram os principais responsáveis, com Salvador registrando alta extraordinária de 1,47%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou alta de 0,88% em março, impulsionado principalmente pelo aumento nos preços dos combustíveis e transportes, segundo dados do IBGE.
O vencedor do Big Brother Brasil 26 pode perder até R$ 2 milhões do prêmio devido à tributação de 30% do Imposto de Renda, além de precisar declarar o valor no IR em 2027, exigindo cuidados fiscais.
Especialistas destacam que fatores externos e voláteis pressionam preços, reduzindo margem para cortes da Selic e testando política monetária em cenário de incerteza.
A inflação de março, com alta de 0,88%, superou expectativas do mercado, impulsionada por alimentos e combustíveis. Economistas alertam para deterioração do IPCA e impacto direto nas decisões de juros do Banco Central, com pressões que devem persistir.
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RecomendadoCompletar o álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 pode exigir investimento superior a R$ 7 mil devido à alta probabilidade de repetição de figurinhas. A coleção, com 980 cromos, é uma das maiores da história e já está em pré-venda.
O rendimento domiciliar per capita do estado de São Paulo alcançou R$ 2.956 em 2025, valor 28% superior à média nacional, segundo dados do IBGE.
A inflação na Região Metropolitana de Salvador acelerou para 1,47% em março, liderada por aumentos históricos na gasolina e alimentos, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira.
O IPCA de março registrou alta de 0,88%, impulsionado por alimentos e transportes. Economistas alertam para pressões persistentes e impacto nas decisões de juros do Banco Central.
A inflação oficial do Brasil registrou 0,88% em março, impulsionada principalmente pela alta nos preços dos alimentos, com destaque para cenoura, abobrinha e tomate, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira.
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RecomendadoO IPCA registrou alta de 0,88% em março, impulsionado por gasolina, leite e tomate. Em 12 meses, a inflação acumula 4,14%, mantendo-se próxima do teto da meta oficial do governo.