Casos de Mpox em Minas Gerais sobem para 17 em 2026, todos evoluíram para cura
O número de casos confirmados de mpox em Minas Gerais aumentou para 17 em 2026, conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Todos os pacientes evoluíram para cura, sem registros de óbitos ou complicações graves. A maior parte dos diagnósticos foi concentrada na capital mineira, destacando a necessidade de vigilância contínua em áreas urbanas.
Distribuição dos casos por municípios
Os casos foram distribuídos em cinco municípios de Minas Gerais, com Belo Horizonte liderando as estatísticas. Veja a lista completa:
- Belo Horizonte – 11 casos
- Contagem – 3 casos
- Formiga – 1 caso
- Ribeirão das Neves – 1 caso
- Manhuaçu – 1 caso
De acordo com a SES-MG, todos os pacientes são homens, com idades variando entre 25 e 56 anos. Em nota oficial, a secretaria afirmou que "mantém monitoramento permanente do cenário epidemiológico e reforça a importância de buscar informações confiáveis e adotar medidas preventivas".
Transmissão, sintomas e prevenção da mpox
A mpox é uma doença causada pelo vírus monkeypox, transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e materiais contaminados. Os sintomas incluem:
- Lesões na pele
- Inchaço dos gânglios linfáticos
- Febre
- Dor de cabeça
- Dores no corpo
- Calafrios
- Fraqueza
A principal forma de prevenção é evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Pacientes contaminados devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissibilidade e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. Além disso, é crucial reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Tratamento e vacinação
Não existe tratamento específico para a mpox. Os pacientes recebem suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações, com a maioria dos casos apresentando evolução leve ou moderada.
Quanto à vacinação, a SES-MG prioriza pessoas com maior risco de evolução para formas graves da doença. A imunização é indicada para:
- Pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão, especialmente aquelas com contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.
- Profissionais de laboratório que atuam em nível de biossegurança 2.
- Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções de pessoas com suspeita ou confirmação da doença.
A estratégia de vacinação visa reduzir a gravidade dos casos e controlar a disseminação do vírus, em linha com as diretrizes nacionais de saúde pública.



