STF concede prisão domiciliar a Bolsonaro por 90 dias devido a broncopneumonia
Bolsonaro tem prisão domiciliar concedida por STF por broncopneumonia

STF concede prisão domiciliar a Bolsonaro por 90 dias para tratamento de broncopneumonia

Nesta terça-feira, 24 de março de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) retorne ao cumprimento de pena em prisão domiciliar por um período de 90 dias. A decisão visa permitir a recuperação do ex-mandatário, que enfrenta um quadro de broncopneumonia.

Pedido da PGR e quadro de saúde motivam flexibilização

Moraes atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se posicionou a favor da flexibilização do regime prisional em razão das condições de saúde de Bolsonaro. O ex-presidente estava detido na Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Em 13 de março, ele deixou a unidade prisional após apresentar sintomas de broncopneumonia e foi internado. Bolsonaro passou mal e foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular da capital, para tratar uma pneumonia decorrente de broncoaspiração.

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Boletim médico indica melhora, mas sem previsão de alta

O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou a UTI do Hospital DF Star, em Brasília, após apresentar melhora clínica, mas segue internado para tratamento de pneumonia com antibióticos. Segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira, ele continua sem previsão de alta hospitalar e foi transferido para um quarto.

De acordo com a equipe médica, Bolsonaro recebeu alta da terapia intensiva após evolução clínica, mas permanece em tratamento no hospital, com uso de antibióticos e acompanhamento médico constante.

Contexto político e indicações ao STF

Enquanto isso, o presidente Lula deve enviar o nome de Messias ao Senado para indicação ao STF, mesmo sob risco de rejeição por Alcolumbre. Ministros do próprio Supremo entraram na campanha em prol de Messias nos últimos meses, inclusive os dois indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, André Mendonça e Kassio Nunes Marques.

O decano da corte, Gilmar Mendes, e o ministro Cristiano Zanin também defenderam Messias, segundo relatos da Folhapress. Este cenário político ocorre paralelamente à situação de saúde de Bolsonaro, destacando as complexas interações entre justiça, política e saúde no Brasil.

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