Pesquisa revela estado onde Gleisi Hoffmann supera rejeição de Lula em 0,2%
Gleisi Hoffmann supera rejeição de Lula em estado brasileiro

Pesquisa aponta estado brasileiro onde Gleisi Hoffmann lidera rejeição, superando Lula

Uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel revelou um cenário político desafiador para o Partido dos Trabalhadores (PT) em um estado brasileiro específico. O levantamento, divulgado na tarde de quinta-feira, 2 de abril de 2026, mostra que a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo federal, Gleisi Hoffmann, possui uma taxa de rejeição de 59,3% entre os eleitores locais. Esse índice supera ligeiramente o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que registra 59,1% de rejeição, indicando um ambiente político complexo para a legenda na região.

Metodologia e detalhes da pesquisa

O estudo foi conduzido entre os dias 23 e 30 de março de 2026, ouvindo um total de 1.254 eleitores. A pesquisa possui um nível de confiança de 95% e uma margem de erro de três pontos percentuais, garantindo robustez estatística aos resultados. A pergunta central feita aos entrevistados foi: "em qual dos políticos listados você não votaria de jeito nenhum?", buscando medir a rejeição direta em vez da intenção de voto positiva.

Ranking completo de rejeição entre os políticos

Além de Gleisi Hoffmann e Lula, outros políticos aparecem com índices significativos de rejeição no estado. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), ocupa a terceira posição com 44,9%. A lista completa inclui:

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  • Requião Filho (PDT) — 40,7%
  • Flávio Bolsonaro (PL) — 38,1%
  • Jair Bolsonaro (PL) — 36,6%
  • Alvaro Dias (MDB) — 36,4%
  • Rafael Greca (MDB) — 35,4%
  • Sergio Moro (PL) — 32,8%
  • Deltan Dallagnol (Novo) — 27,9%
  • Eduardo Pimentel (PSD) — 27,5%
  • Ratinho Junior (PSD) — 27,2%
  • Cristina Graeml (PSD) — 26,4%
  • Filipe Barros (PL) — 25,9%
  • Alexandre Curi (PSD) — 25,3%
  • Ronaldo Caiado (PSD) — 22,2%
  • Guto Silva (PSD) — 20,6%
  • Nenhum destes — 0,4%

Contexto político e implicações

O levantamento também abordou cenários eleitorais para o governo do estado do Paraná e disputas ao Senado, além de intenções de voto dos eleitores paranaenses para a Presidência da República. A alta rejeição de Gleisi Hoffmann e Lula sugere que o PT enfrenta resistência considerável nessa região, o que pode impactar estratégias políticas futuras. A diferença de 0,2 pontos percentuais entre os dois líderes destaca como a ministra, embora menos conhecida nacionalmente, gera uma rejeição ligeiramente maior localmente.

Esses dados são cruciais para analisar a dinâmica eleitoral e a percepção pública em um estado-chave, refletindo tendências que podem influenciar campanhas e decisões governamentais. A pesquisa serve como um termômetro importante para entender os desafios que o partido no poder enfrenta em diferentes territórios do Brasil.

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