Fachin anuncia Cármen Lúcia como relatora do Código de Ética do STF em abertura do Ano Judiciário
Fachin anuncia Código de Ética do STF com Cármen Lúcia como relatora

Fachin anuncia Cármen Lúcia como relatora do Código de Ética do STF em discurso de abertura do Ano Judiciário

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), proferiu um discurso marcante nesta segunda-feira durante a sessão solene que inaugurou o Ano Judiciário de 2026. Em sua fala, Fachin enfatizou o compromisso do tribunal com a integridade institucional e anunciou que a ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta de um Código de Ética para a Corte.

Prioridade para transparência e confiança pública

O magistrado destacou que a elaboração do código será uma das prioridades de sua gestão, visando promover maior transparência, responsabilidade e confiança pública no Judiciário. A proposta surge em um contexto de casos polêmicos envolvendo ministros do STF, o que reforça a necessidade de diretrizes éticas claras.

Fachin defendeu, em seu pronunciamento, a importância de clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição. Ele afirmou: "Momentos de adversidade exigem mais do que discursos. Pedem responsabilidade institucional, clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição".

Compromisso com a integridade institucional

O discurso do presidente do STF reflete um esforço para fortalecer a credibilidade do tribunal diante de desafios recentes. A nomeação de Cármen Lúcia, uma ministra experiente e respeitada, como relatora do Código de Ética, sinaliza um passo significativo nessa direção.

Entre os pontos abordados por Fachin, estão:

  • O foco na transparência e na responsabilidade como pilares da gestão judicial.
  • A defesa de princípios constitucionais como base para as decisões do tribunal.
  • A necessidade de um código ético para orientar a conduta dos ministros e servidores.

A abertura do Ano Judiciário é um evento tradicional que estabelece as diretrizes e prioridades para o período, e o anúncio de Fachin destaca a ênfase em questões éticas e institucionais para 2026.