Trump anuncia morte de Khamenei e promete continuidade de ataques militares
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou publicamente neste sábado, 28 de fevereiro de 2026, a morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, durante operações militares conjuntas entre forças americanas e israelenses. A declaração foi feita através de uma rede social, em uma mensagem que combinou confirmação factual com retórica política agressiva, estabelecendo os próximos passos da estratégia militar na região.
Mensagem contundente nas redes sociais
Em publicação que rapidamente viralizou, Trump descreveu Khamenei como "uma das pessoas mais malignas da história" e justificou a operação como ato de justiça não apenas para o povo iraniano, mas para vítimas em diversos países. O ex-presidente enfatizou que o líder religioso "não conseguiu escapar de nossos sistemas de inteligência e de rastreamento altamente sofisticados", destacando a colaboração estreita com Israel na execução dos bombardeios.
Objetivo estratégico: mudança de regime
A declaração de Trump vai além da simples confirmação da morte, revelando claramente o objetivo estratégico por trás das operações militares. Segundo o ex-presidente, este seria "o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país", sinalizando que a ofensiva está diretamente associada à expectativa de mudança política em Teerã. Trump ainda incentivou explicitamente que membros da Guarda Revolucionária e das forças de segurança buscassem imunidade e se unissem à população, em evidente apelo à dissidência interna.
Continuidade dos ataques anunciada
Em um dos trechos mais impactantes da mensagem, Trump deixou claro que as operações militares não terminariam com a morte de Khamenei. "Os bombardeios intensos e precisos continuarão sem interrupção", escreveu o ex-presidente em letras garrafais, acrescentando que o objetivo final seria alcançar "PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!". Esta retórica vincula explicitamente a ação militar à promessa de estabilidade regional, enquanto pressiona por uma reconfiguração política no Irã após quase quatro décadas de liderança de Khamenei.
Contexto das ações militares de Trump
Desde que assumiu seu segundo mandato presidencial, Donald Trump já autorizou operações militares em sete países diferentes:
- Somália
- Iêmen
- Irã
- Síria
- Iraque
- Venezuela
- Nigéria
Esta trajetória agressiva em política externa estabelece um padrão que se mantém com o anúncio atual sobre o Irã, reforçando a postura intervencionista que caracterizou seus governos.
Implicações regionais e internacionais
A confirmação da morte de Khamenei e a promessa de continuidade dos bombardeios representam um ponto de inflexão nas relações entre Estados Unidos e Irã, com potenciais repercussões em toda a região do Oriente Médio. A estratégia anunciada por Trump busca não apenas eliminar figuras-chave do regime, mas fomentar mudanças políticas profundas através da combinação de pressão militar e apelos à população civil e às forças de segurança iranianas.
