Ofensiva militar conjunta mobiliza cenário geopolítico global
Neste sábado (28), os Estados Unidos e Israel desencadearam uma série de ataques coordenados contra o Irã, marcando uma escalada significativa nas tensões internacionais. O presidente norte-americano, Donald Trump, divulgou um vídeo oficial que atende às exigências legais dos EUA, no qual afirmou que o objetivo primordial da operação é "defender o povo americano" das "ameaças do governo iraniano". Paralelamente, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, enfatizou que o Irã não deve ter permissão para desenvolver armas nucleares, reforçando a justificativa estratégica da ação militar.
Repercussão internacional imediata
A ofensiva gerou respostas rápidas de diversos países ao redor do mundo, evidenciando o impacto global do conflito:
- Japão: A primeira-ministra Sanae Takaichi anunciou medidas emergenciais para proteger cidadãos japoneses nas regiões afetadas. Ela instruiu ministérios a intensificarem a coleta de informações e adotarem todas as precauções necessárias, incluindo a evacuação antecipada de nacionais.
- Austrália: O primeiro-ministro Anthony Albanese declarou apoio à ação dos EUA para impedir o Irã de obter armas nucleares. Autoridades australianas emitiram um alerta de viagem, recomendando que cidadãos evitem Israel e Líbano devido à instabilidade.
Declarações oficiais e implicações militares
Em sua confirmação pública dos ataques, Trump foi enfático ao afirmar: "Nós garantiremos que o Irã não terá uma arma nuclear", destacando que esta tem sido uma política consistente de sua administração. Ele alertou sobre possíveis baixas americanas, citando advertências prévias do general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, sobre riscos de mortes ou ferimentos em tropas. Trump também mencionou que os alvos incluíam a indústria de mísseis iraniana, com o objetivo de "arrasá-la até o chão".
Posicionamento israelense e oposição iraniana
Netanyahu, em comunicado oficial, defendeu que a ofensiva "criará as condições para que o corajoso povo iraniano tome as rédeas do seu destino", incentivando a população a remover o que chamou de jugo da tirania do regime. Do lado iraniano, o príncipe herdeiro Reza Pahlavi reagiu nas redes sociais, descrevendo a intervenção como humanitária e direcionada contra a República Islâmica, não contra o povo iraniano. Ele expressou otimismo, afirmando que "a ajuda americana finalmente chegou" e que o momento de retornar às ruas está próximo.
Este episódio sublinha as complexas dinâmicas de poder no Oriente Médio e as ramificações internacionais de conflitos armados, com líderes globais monitorando de perto os desdobramentos para garantir a segurança de seus cidadãos e a estabilidade regional.
