Funcionários da Urbam em greve protestam em São José dos Campos por direitos trabalhistas
Em São José dos Campos, os funcionários da Urbanizadora Municipal (Urbam) estão em greve há cinco dias, realizando um protesto nesta sexta-feira (17) que começou na sede da empresa e seguiu até o paço municipal. Com faixas e discursos de líderes sindicais, a categoria busca chamar a atenção para suas reivindicações, que incluem reajuste no vale-alimentação, progressão salarial, pagamento de adicional de insalubridade e o fim da coparticipação no convênio médico.
Impactos da paralisação nos serviços públicos
Segundo o sindicato, a greve está afetando serviços essenciais prestados à população, como a varrição de ruas, a coleta seletiva de lixo e obras públicas em andamento. A paralisação, que entrou no quinto dia, tem gerado preocupação sobre a continuidade dessas atividades, com a Urbam afirmando que mantém um plano de contingência para tentar reduzir os impactos.
Posicionamento da Urbam e medidas legais
Em nota, a Urbam repudiou a continuidade da greve, declarando que o movimento sindical "está extrapolando os limites legais do direito de greve". A empresa informou que seu departamento jurídico está adotando as medidas cabíveis para lidar com a situação, enquanto busca minimizar os efeitos da paralisação nos serviços municipais.
O protesto reflete tensões entre trabalhadores e a administração pública, com os funcionários exigindo melhorias nas condições de trabalho e benefícios. A greve na Urbam destaca desafios recorrentes no setor público, onde negociações salariais e direitos laborais frequentemente entram em conflito com orçamentos e políticas municipais.
Enquanto isso, a população de São José dos Campos enfrenta interrupções nos serviços de limpeza urbana, com a coleta de lixo sendo particularmente afetada. A situação permanece em aberto, com ambas as partes mantendo suas posições e sem previsão de um acordo imediato para encerrar a paralisação.



