COCRED atinge rating A+ da Fitch e implementa comitê pioneiro para gestão de riscos
COCRED atinge rating A+ da Fitch e implementa comitê pioneiro

COCRED consolida posição de referência com rating elevado e inovações em governança

Em um cenário econômico marcado por instabilidades e juros elevados, a COCRED, cooperativa de crédito com mais de 56 anos de atuação, demonstra solidez através de reconhecimentos internacionais e avanços estratégicos na gestão de riscos. Com sede em Sertãozinho (SP), a instituição tem se destacado pela capacidade de preservar o patrimônio dos cooperados e sustentar crescimento consistente mesmo diante de adversidades macroeconômicas.

Rating da Fitch sobe para A+ e evidencia fundamentos sólidos

Em 2025, a Fitch Ratings, uma das mais relevantes agências de classificação de risco de crédito do mundo, elevou o rating nacional de longo prazo da COCRED de ‘A(bra)’ para ‘A+(bra)’, mantendo perspectiva estável. Essa avaliação positiva decorre de fundamentos sólidos, sustentados por eficiência operacional e receitas recorrentes, colocando a cooperativa em um patamar atribuído apenas a instituições com elevada capacidade financeira, alto nível de liquidez e baixo risco de crédito.

Segundo Ademir Carota, diretor executivo da COCRED, a movimentação da cooperativa em buscar estratégias cada vez mais avançadas para ampliar a segurança e a atratividade aos cooperados é o que faz da instituição um exemplo de solidez. “Crescer de forma sustentável exige disciplina e visão de longo prazo. Na COCRED, as decisões são tomadas não apenas com foco no resultado imediato, mas na preservação do patrimônio dos cooperados ao longo do tempo e na perenidade da cooperativa”, afirma o executivo.

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Diversificação da carteira e enquadramento no segmento S3 do Banco Central

A solidez da cooperativa se materializa na estrutura de sua carteira. Embora tenha origem no agronegócio, a COCRED construiu uma base amplamente diversificada, que hoje reúne mais de 90 mil cooperados, entre empresários, profissionais liberais, produtores rurais e outros perfis econômicos. Essa diversificação reduz riscos de concentração setorial e geográfica, tornando a instituição menos exposta a choques específicos da economia ou do clima.

Esse modelo de condução levou a cooperativa a integrar o segmento S3 do Banco Central, classificação reservada a cerca de 60 instituições financeiras no país de grande porte, caracterizadas por elevada complexidade operacional. O enquadramento evidencia maturidade de processos, governança eficiente e capacidade comprovada de absorção de riscos. Instituições S3 estão sujeitas a um arcabouço regulatório mais rigoroso, com exigências ampliadas em gestão integrada de riscos, capital, governança corporativa e transparência.

Pioneirismo com a criação do Comitê de Ativos e Passivos (ALCO)

Em abril de 2025, a cooperativa deu mais um passo estratégico e pioneiro em sua jornada de maturidade ao instituir o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO – Asset and Liability Committee), tornando-se a primeira cooperativa de crédito do Brasil a implementar uma estrutura com esse desenho e atribuições. Assessorando a Diretoria Executiva, o comitê atua na análise integrada do cenário macroeconômico, considerando riscos de mercado, liquidez, capital e precificação.

Integrante do comitê, o economista Roberto Dumas Damas, especialista em negócios internacionais com mais de 30 anos de atuação, explica que a implementação de uma instância como o ALCO traz previsibilidade para a instituição. “Quando falamos de ALCO, estamos falando de um comitê em que pessoas capacitadas e com visão de mercado se reúnem para reduzir assimetrias de decisão e aumentar a previsibilidade financeira, algo fundamental para instituições que lidam com negócios e recursos de longo prazo”, destaca o economista.

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Resultados financeiros confirmam efetividade da estratégia

Os números da cooperativa confirmam a efetividade dessa abordagem. Mesmo com a desaceleração da economia ao longo do último ano, a COCRED manteve o crescimento patrimonial. O volume de ativos evoluiu de R$ 12,9 bilhões para R$ 14,2 bilhões, sinalizando capacidade de absorver choques macroeconômicos e preservar estabilidade.

A carteira de investimentos também apresentou avanço relevante:

  • Depósitos totais alcançaram R$ 11,5 bilhões, crescimento de 15% em relação ao ano anterior
  • Produtos como o Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) concentraram parcela expressiva desse desempenho
  • Índice de Basileia chegou a 17,67% em 2025, posicionando a cooperativa mais de 60% acima do mínimo regulatório exigido pelo Banco Central

O diretor executivo Ademir Carota, que também atua como coordenador do comitê ALCO, reforça o compromisso da instituição: “Ao reforçar essa capacidade de antecipação dos movimentos do mercado, essa estrutura protege o cooperado e sustenta a longevidade da cooperativa. Confiar recursos à COCRED é optar por uma instituição que trata risco e capital com o rigor técnico e a seriedade que investidores experientes exigem”.

A maturidade da governança, a robustez da gestão de riscos e o compromisso histórico da COCRED com a perenidade institucional se tornam evidentes através desses indicadores, consolidando a cooperativa como uma referência no setor financeiro brasileiro.