Ministério da Agricultura apreende 7,28 milhões de litros de cachaça sem registro em São Paulo
Apreensão de 7,28 milhões de litros de cachaça sem registro em SP

Ministério da Agricultura apreende 7,28 milhões de litros de cachaça sem registro em São Paulo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma operação de fiscalização no interior de São Paulo, resultando na apreensão de mais de 7 milhões de litros de cachaça e aguardente que estavam sendo comercializadas sem o devido registro federal. A ação, que ocorreu no dia 5 de março, foi divulgada oficialmente nesta quinta-feira (12) e destacou a importância do controle sanitário e regulatório no setor de bebidas.

Detalhes da operação em Ribeirão Preto

A apreensão aconteceu em uma empresa localizada na região de Ribeirão Preto, um dos maiores polos produtores de cana-de-açúcar do Brasil. Segundo o Mapa, os auditores fiscais agropecuários constataram que o estabelecimento padronizava as bebidas e as vendia no atacado, mas sem o registro obrigatório na União, conforme exigido por lei. Embora o ministério não tenha divulgado o nome exato do local, a operação evidenciou falhas graves na regularização das atividades.

O volume total apreendido foi de 7,28 milhões de litros de aguardente e cachaça, um montante significativo que representa um risco à saúde pública e à economia formal do setor. A empresa foi autuada e teve suas atividades temporariamente suspensas, além de ser submetida a um processo administrativo. Ela tem um prazo de 20 dias para apresentar sua defesa, conforme as normas estabelecidas pelo órgão federal.

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Consequências e medidas tomadas

Após a apreensão, a cachaça permaneceu armazenada nas instalações da empresa, que é responsável por conservar a bebida até a conclusão do processo administrativo. Essa medida visa garantir que o produto não seja desviado ou comercializado ilegalmente durante a investigação. O Mapa enfatizou que a falta de registro federal compromete a qualidade e a segurança das bebidas, podendo afetar diretamente os consumidores.

A suspensão temporária das atividades serve como um alerta para outras empresas do setor, reforçando a necessidade de cumprir as regulamentações vigentes. O caso também destaca o papel crucial da fiscalização agropecuária na proteção do mercado e na promoção de práticas comerciais justas. Com isso, espera-se que ações similares continuem a ser realizadas para coibir irregularidades e garantir a integridade da cadeia produtiva de bebidas no país.

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