Discussão por som alto leva Luma de Oliveira a acionar a polícia em Búzios
A atriz Luma de Oliveira, de 61 anos, envolveu-se em uma situação de conflito na Praia da Ferradura, localizada em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu na tarde de domingo (15) e foi amplamente compartilhado pela artista em suas redes sociais, gerando atenção pública.
Relato da atriz e tentativa de diálogo
Segundo Luma de Oliveira, um grupo de pessoas estava utilizando uma caixa de som na faixa de areia com volume elevado, causando incômodo a outros frequentadores da praia. A atriz afirmou que tentou conversar com os responsáveis pelo equipamento, solicitando que o som fosse desligado, mas o pedido não foi atendido. Em suas palavras, ela escreveu: “Pedi a um grupo na praia para desligar o som, que era proibido pela lei ambiental. Disseram que não desligariam. Fui até a delegacia pedir ajuda. Fui ajudada!”.
Ação policial e intervenção municipal
A Polícia Civil informou ao g1 que a artista procurou a unidade policial para relatar a situação, recebendo atendimento e orientações adequadas no local. Os agentes, então, acionaram a equipe de fiscalização da Prefeitura de Búzios, responsável pela parte administrativa da ocorrência. Fiscais foram enviados à praia para verificar o uso da caixa de som e orientar os envolvidos sobre a legislação municipal.
A regra que proíbe equipamentos de amplificação sonora nas praias da cidade está prevista nas normas de ordenamento e no Código de Posturas do município, especificamente na Lei Municipal nº 1.619/2021. No local, os fiscais solicitaram a interrupção do som e percorreram áreas próximas, incluindo quiosques da região, para evitar novos transtornos aos frequentadores.
Resolução do caso e impacto
A Prefeitura de Búzios confirmou que a situação foi resolvida no local, sem registro de outras ocorrências relacionadas. Este episódio destaca a importância do cumprimento das leis ambientais e de postura em espaços públicos, especialmente em áreas turísticas como Búzios, onde o respeito ao sossego e ao bem-estar coletivo é fundamental.
O caso também reflete como figuras públicas podem utilizar suas plataformas para denunciar infrações e buscar soluções através dos canais oficiais, promovendo uma maior conscientização sobre questões de convivência urbana e ambiental.



