Colecionador exibe 700 camisas da Seleção Brasileira em exposição no Museu do Futebol
Colecionador tem 700 camisas da Seleção em exposição

Colecionador reúne 700 camisas da Seleção Brasileira em acervo histórico

A paixão pela Seleção Brasileira e pela Copa do Mundo é um sentimento que une milhões de torcedores em todo o país. No entanto, para o colecionador Salomão Furer Jr., essa devoção se transformou em uma missão de vida que resultou em um acervo impressionante de 700 camisas oficiais utilizadas por jogadores em competições internacionais.

Exposição no Museu do Futebol durante a Copa do Mundo

Com apenas 50 dias restantes para o início da próxima Copa do Mundo, o Museu do Futebol, localizado em São Paulo, prepara uma exposição especial que promete encantar os amantes do esporte. Entre as principais atrações estarão a camisa usada por Ronaldo na Copa do Mundo de 1998 e o uniforme vestido por Branco durante a campanha do tetra em 1994.

"Ter as minhas camisas no Museu do Futebol é uma honra imensa", declara Salomão Furer Jr., emocionado. "Eu dediquei mais tempo do que devia ao futebol e a essas camisas, e ver esse trabalho reconhecido em um espaço tão importante é realmente gratificante."

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Paixão desde a infância e itens raros

Aos 52 anos, Salomão conta que sua paixão pela Seleção Brasileira começou na infância, quando seus heróis não eram super-heróis de quadrinhos, mas sim jogadores de futebol. "Eu nunca gostei de carrinhos ou bonecos. Meus ídolos usavam camisas de futebol, e desde criança eu percebia que as lojas não vendiam as camisas autênticas que os jogadores usavam em campo", relembra.

Além das 700 camisas, seu apartamento em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, abriga outros itens preciosos que contam a história da Seleção Brasileira:

  • Calção utilizado por Ronaldo na final de uma Copa do Mundo
  • Agasalhos oficiais de diversas épocas
  • Autógrafos de jogadores históricos
  • Até um pedaço da grama onde o Brasil conquistou o pentacampeonato

"Recentemente, um amigo me deu um calção que, ao chegar em casa, descobri ter sido usado pelo Ronaldo em uma final de Copa", revela Salomão. "E há também esse fragmento de grama do estádio onde fomos pentacampeões. Quem sabe o calção do Ronaldo até ralou nesse mesmo pedaço de grama?"

O sonho do hexa e o "santo graal" da coleção

Com a Copa do Mundo de 2026 no horizonte, Salomão já alimenta um novo objetivo para sua coleção. "O ideal, se o Brasil for hexacampeão, é conseguir a camisa do jogador que fizer o gol do título", planeja. "Esse seria o santo graal dessa próxima Copa do Mundo, o item mais precioso que poderia agregar ao meu acervo."

A exposição no Museu do Futebol promete não apenas mostrar as raridades acumuladas ao longo de décadas, mas também celebrar a trajetória da Seleção Brasileira através dos objetos que testemunharam momentos históricos. Para Salomão, cada camisa representa mais do que um pedaço de tecido - é um fragmento da memória coletiva do futebol brasileiro.

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