Proprietário de adega é preso por vender bebidas alcoólicas a adolescentes em Salto de Pirapora
Um proprietário de adega foi preso no último sábado (28) sob suspeita de vender bebidas alcoólicas a menores de idade no Centro de Salto de Pirapora, no interior de São Paulo. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que foi acionada após três adolescentes passarem mal.
Adolescentes são socorridos e levados para hospitais
Segundo relatos das vítimas, as bebidas haviam sido adquiridas no estabelecimento comercial. Os três adolescentes foram socorridos e inicialmente levados à Santa Casa do município. Posteriormente, eles foram transferidos para o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), onde permanecem em estado estável e sem risco de vida.
Uma das adolescentes contou à polícia que pediu dinheiro aos pais para comprar sorvete, mas utilizou o valor para adquirir a bebida alcoólica. A história foi confirmada pelos outros dois jovens envolvidos no incidente.
Proprietário nega acusações, mas é preso
A Polícia Civil informou que o proprietário do estabelecimento negou veementemente as acusações. Ele afirmou que só vende bebidas alcoólicas mediante a apresentação de documento de identificação que comprove a maioridade do cliente.
Mesmo com a defesa, o homem foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia do município. Ele não poderá pagar fiança, pois, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a pena é agravada pelo fato de os adolescentes terem consumido as bebidas.
Investigação em andamento
A polícia continua investigando o caso para apurar todos os detalhes da venda ilegal. As autoridades reforçam a importância do cumprimento da legislação que proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores de idade, visando proteger a saúde e o bem-estar dos adolescentes.
O incidente serve como alerta para outros estabelecimentos comerciais sobre as consequências legais de descumprirem as normas de venda de produtos controlados. A comunidade local tem acompanhado o caso com preocupação, destacando a necessidade de maior fiscalização nesse tipo de comércio.



