Uma mulher foi presa na manhã deste domingo (4) ao tentar introduzir um aparelho celular no interior da Penitenciária II do Complexo Penal de Guareí, no interior de São Paulo. A detida é irmã de um sentenciado que cumpre pena na unidade.
Revista de rotina flagra equipamento
O fato ocorreu por volta das 8h20, durante o procedimento de revista de rotina realizado na portaria do presídio. Os policiais penais utilizaram um aparelho de raio-x para fiscalizar os pertences das visitantes, conforme o protocolo de segurança.
Durante a inspeção, foi identificada uma anomalia dentro de uma sacola que pertencia à mulher. A bolsa continha maços de cigarros, mas, ao ser aberta, os agentes encontraram mais do que tabaco.
Celular e acessórios escondidos
Dentro da sacola, os policiais localizaram um telefone celular completo, acompanhado de uma bateria extra e um adaptador para chip de operadora. O material estava oculto entre os outros itens.
Diante da flagrante irregularidade, a Polícia Militar foi acionada para conduzir a situação. A mulher, que é natural da cidade de Hortolândia, foi levada para a delegacia de polícia de Itapetininga, onde o caso foi registrado.
Investigação e possíveis consequências
Conforme informações oficiais da Polícia Penal, além das medidas legais contra a visitante, será instaurado um procedimento investigativo disciplinar para averiguar a possível cumplicidade do detento, irmão da mulher presa.
Este tipo de investigação interna visa apurar se o sentenciado tinha conhecimento ou deu algum incentivo para a tentativa de introdução do aparelho proibido, o que pode acarretar em sanções administrativas dentro do sistema prisional.
O caso reforça a rigidez nos controles de segurança dos complexos penais do estado de São Paulo, especialmente durante as visitas, momento considerado crítico para a entrada ilegal de itens como celulares, drogas e armas.