Servidor do MP-AP é demitido após investigação por crimes sexuais contra dez mulheres
Servidor do MP-AP demitido por crimes sexuais contra mulheres

Servidor do Ministério Público do Amapá é demitido após investigação por crimes sexuais

Um servidor do Ministério Público do Amapá (MP-AP) foi demitido após uma investigação interna que apurou denúncias de crimes sexuais contra dez mulheres no ambiente de trabalho. A decisão foi oficializada na segunda-feira, dia 13 de maio, marcando o desfecho administrativo de um caso que também segue tramitando na Justiça.

Investigação interna apurou denúncias detalhadas

As denúncias deram início a uma investigação interna minuciosa dentro do órgão ministerial. Uma comissão especial foi formada com o objetivo exclusivo de apurar os fatos e reunir provas concretas contra o servidor acusado. O processo investigativo coletou documentos, depoimentos das vítimas e provas digitais que foram fundamentais para embasar as decisões tanto administrativas quanto judiciais.

Vítimas receberam apoio e caso foi para a Justiça

O MP-AP informou, em nota oficial, que as dez mulheres vítimas receberam apoio psicológico e acompanhamento especializado oferecido dentro da própria estrutura do ministério público. Paralelamente ao processo administrativo que resultou na demissão, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário. Em fevereiro, com base no material probatório reunido, a Justiça decretou a prisão preventiva do servidor investigado.

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Contexto do órgão e desdobramentos

O episódio ocorre em um momento de movimentação no MP-AP, que tem um concurso público programado para o próximo dia 18 de maio. A demissão do servidor por graves acusações de assédio e crimes sexuais no trabalho evidencia a aplicação de medidas disciplinares rigorosas, mesmo em casos envolvendo funcionários de instituições públicas. A investigação destacou a violação da confiança e do ambiente profissional, com impactos profundos nas vítimas.

As autoridades reforçaram o compromisso com a apuração séria de denúncias desta natureza e com o suporte às vítimas, enquanto o processo judicial segue seu curso para determinar possíveis responsabilizações penais.

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