Suspeita de atirar contra casa de Rihanna se declara inocente de tentativa de homicídio
Ivanna Lisette Ortiz, suspeita de atirar contra a residência da cantora Rihanna nos Estados Unidos, se declarou inocente da acusação de tentativa de homicídio nesta quarta-feira, 25 de março de 2026. A defesa apresentou a declaração formal durante audiência judicial, mas a juíza manteve a fiança elevada em US$ 1,9 milhão, rejeitando pedido de redução para US$ 70 mil.
Detalhes do ataque à residência da cantora
O ataque ocorreu no dia 8 de março, quando aproximadamente 20 tiros foram disparados contra o muro externo da casa de Rihanna em Los Angeles. A cantora e seu marido, A$AP Rocky, estavam no local com seus três filhos no momento do incidente, mas ninguém ficou ferido. As investigações indicam que os disparos foram feitos com um rifle AR-15, arma de alto calibre frequentemente associada a crimes violentos.
Investigação sobre mensagens nas redes sociais
Autoridades americanas também estão analisando mensagens publicadas por Ortiz nas redes sociais antes do ataque. Em uma postagem, a suspeita marcou a cantora Rihanna e escreveu que estava "cansada de Rihanna", além de proferir insultos direcionados à artista em outras publicações. Essas evidências digitais são consideradas cruciais para o caso, pois podem demonstrar motivação e intenção prévia.
Acusações e situação jurídica de Ortiz
Além da tentativa de homicídio, Ivanna Lisette Ortiz enfrenta um total de 13 acusações, incluindo posse ilegal de arma de fogo e ameaça criminal. Seu advogado argumentou que a fiança de US$ 1,9 milhão deveria ser reduzida para US$ 70 mil com base na condição financeira limitada da acusada, mas a juíza não autorizou a alteração, citando a gravidade dos crimes e o risco de fuga.
O caso segue em andamento, com novas audiências previstas para as próximas semanas. As autoridades continuam a coletar provas, incluindo testemunhas e registros de câmeras de segurança, para fortalecer a acusação. Enquanto isso, Rihanna e sua família têm recebido apoio de fãs e colegas da indústria musical, que condenam publicamente o ato de violência.



