PF cumpre mandados na Operação Exfil contra acessos ilegais a dados fiscais de ministros do STF
PF cumpre mandados na Operação Exfil contra acessos a dados do STF

Polícia Federal avança na Operação Exfil com prisão e buscas em São Paulo e Rio de Janeiro

A Polícia Federal (PF) executou nesta quarta-feira, 1° de abril de 2026, a segunda fase da Operação Exfil, uma investigação que visa desvendar acessos ilegais a informações fiscais confidenciais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus parentes próximos. De acordo com comunicado oficial da corporação, foram cumpridos um mandado de prisão e seis mandados de busca e apreensão, com ações concentradas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Medidas judiciais autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes

Todas as medidas cautelares e operacionais foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que atua como relator do caso no STF. A PF detalhou que os indivíduos alvo da operação são acusados de invadir ilegalmente os sistemas da Receita Federal, com o objetivo de extrair e comercializar dados privados dos magistrados. Essa segunda etapa da investigação ocorre após a primeira fase, realizada em fevereiro do mesmo ano, que focou em funcionários públicos e auditores lotados na Receita Federal.

Restrições impostas aos servidores investigados na fase anterior

Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, os servidores públicos investigados na fase inicial da Operação Exfil estão submetidos a uma série de medidas cautelares rigorosas. Entre as restrições impostas, destacam-se:

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  • Monitoramento contínuo por meio de tornozeleiras eletrônicas
  • Afastamento imediato do exercício de funções públicas
  • Cancelamento de passaportes para evitar fugas do país
  • Proibição expressa de saída do território nacional

Essas medidas visam garantir a integridade do processo investigativo e prevenir possíveis obstruções à justiça.

Caso paralelo: mulher presa por decapitar companheiro e enviar imagens do crime

Em um episódio criminoso distinto, mas também registrado nesta quarta-feira, Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, foi presa após confessar o assassinato e decapitação de seu companheiro dentro do apartamento onde residiam com seus filhos. Após cometer o crime, a acusada enviou fotos e vídeos gráficos do ocorrido para familiares, alegando em sua defesa que agiu em reação a um suposto assédio contra uma das crianças. O caso, divulgado pelo portal Notícias ao Minuto às 06h20 do dia 01/04/2026, segue sob investigação das autoridades policiais.

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