Ceará confirma terceiro caso de Mpox em 2026 e registra 29 notificações no estado
Ceará tem terceiro caso de Mpox em 2026; 29 notificações no estado

Ceará confirma terceiro caso de Mpox em 2026 com 29 notificações no estado

O Ceará registrou o terceiro caso de infecção por Mpox em 2026, conforme dados atualizados do painel de monitoramento da plataforma IntegraSUS nesta sexta-feira (20). Assim como os dois primeiros casos, este terceiro também foi confirmado na capital Fortaleza, embora informações detalhadas sobre o paciente não tenham sido divulgadas pelas autoridades de saúde.

Panorama epidemiológico no Ceará

De acordo com os números oficiais da plataforma IntegraSUS, o Ceará acumula, até o momento, um total de 29 notificações de suspeita de casos de Mpox no ano de 2026. Desse montante, 24 casos já foram descartados após análises laboratoriais, três foram confirmados como positivos para a doença e dois permanecem em investigação, aguardando resultados definitivos dos exames.

O primeiro caso confirmado no estado em 2026 foi contabilizado ainda no mês de fevereiro, envolvendo um paciente residente em Fortaleza, na faixa etária de 30 a 39 anos. Para o segundo caso, não houve divulgação de informações específicas sobre o perfil do indivíduo afetado. Em retrospecto, o Ceará enfrentou 13 casos confirmados de Mpox em 2025, enquanto em 2024 o total chegou a 24 confirmações, indicando uma variação na incidência da doença ao longo dos últimos anos.

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O que é a Mpox e como se prevenir

A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral zoonótica causada por vírus do gênero Orthopoxvirus. Sua transmissão ocorre principalmente por meio de contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis. Os sintomas característicos incluem febre, aumento dos gânglios linfáticos (ínguas) e erupções cutâneas dolorosas que podem evoluir para pústulas.

Diante do cenário atual, a Secretaria da Saúde do Ceará reforça as seguintes medidas preventivas para reduzir o risco de contágio:

  • Evitar contato direto com pessoas que apresentem suspeita ou confirmação da doença;
  • Higienizar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel 70%;
  • Utilizar máscara de proteção cobrindo nariz e boca em situações de risco elevado ou quando houver sintomas respiratórios.

Essas orientações visam conter a propagação do vírus e proteger a população, especialmente em ambientes com aglomerações ou onde haja casos confirmados. A vigilância epidemiológica permanece ativa, com monitoramento contínuo para identificar possíveis novos casos e implementar ações de controle de forma ágil.

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