Menina de 1 ano morre afogada em piscina sem proteção em São José do Rio Preto
Criança de 1 ano morre afogada em piscina em SP

Uma tragédia familiar abalou o bairro Estância Galileia, em São José do Rio Preto (SP), na manhã desta quinta-feira, 1º de fevereiro. Uma criança de apenas um ano de idade perdeu a vida após se afogar na piscina da residência onde passava a virada do ano com a mãe.

Como o acidente aconteceu

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da menina, de 19 anos, acordou por volta das 7 horas da manhã e percebeu que a filha não estava mais na cama. A criança dormia no mesmo quarto que a mãe e os irmãos. Relatos indicam que a pequena havia acordado por volta das 5h, chamado pela mãe e depois voltado a dormir.

Quando a jovem mãe despertou novamente, duas horas depois, notou o desaparecimento da filha. Iniciou uma busca imediata pela casa, que terminou com a descoberta do pior cenário: a menina estava dentro da piscina.

Corrida contra o tempo e ausência de proteção

Ao encontrar a criança, a mãe pediu socorro desesperadamente. A proprietária do imóvel, que também estava no local, assumiu a condução do caso e levou a menina diretamente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima. No entanto, os esforços foram em vão. A criança chegou à unidade de saúde sem vida.

Em seu depoimento à polícia, a dona da casa forneceu uma informação crucial sobre as condições do local do acidente. Ela confirmou que a piscina da residência é de grande porte e, de forma alarmante, não possuía qualquer tipo de proteção, como tela ou cerca, estando a área totalmente aberta e de fácil acesso.

Investigação e registro do caso

O caso foi registrado na delegacia como morte suspeita. A decisão foi baseada em vários fatores levantados durante os primeiros levantamentos:

  • O depoimento da mãe, de 19 anos.
  • O relato da testemunha, que é a proprietária do imóvel.
  • A ausência de câmeras de segurança na propriedade que pudessem gravar ou esclarecer os momentos que antecederam a tragédia.

A polícia segue com as investigações para apurar com exatidão todas as circunstâncias que levaram ao afogamento fatal da criança de um ano. A tragédia serve como um triste e urgente alerta sobre os perigos que piscinas desprotegidas representam para crianças pequenas, especialmente em ambientes domésticos.