Novo probiótico oral promete prevenir vaginose em mulheres brasileiras
Probiótico oral previne vaginose em brasileiras

A saúde íntima feminina ganha um novo aliado com o lançamento do probiótico oral Zaila, da farmacêutica Libbs. O suplemento em cápsulas é desenvolvido para equilibrar a microbiota vaginal e prevenir a vaginose, uma condição que afeta cerca de 25% das brasileiras em idade reprodutiva, segundo revisão de estudos da Universidade Federal de Goiás (UFG).

O que é a vaginose e como o probiótico atua

A vaginose ocorre quando bactérias como a Gardnerella vaginalis se multiplicam excessivamente, causando sintomas como odor forte, coceira, ardência e corrimento. Esse desequilíbrio está relacionado a alterações na imunidade, hábitos sexuais e desbalanço da comunidade microbiana local. O Zaila contém dois tipos de lactobacilos benéficos, que produzem ácido lático e peróxido de hidrogênio, mantendo o pH vaginal ácido e inibindo micróbios nocivos.

Indicação e uso do suplemento

O probiótico é indicado para mulheres a partir dos 19 anos e pode ser comprado sem receita, mas recomenda-se orientação médica. É contraindicado para gestantes, menores de 19 anos e pessoas com imunidade comprometida. As caixas com 30 cápsulas custam entre 155 e 180 reais, dependendo da farmácia.

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Além de prevenir a vaginose, o Zaila atua como coadjuvante no tratamento, ajudando a restaurar a microbiota vaginal e reduzir a recorrência do problema. A ginecologista Thalita Domenich, especialista da Libbs, destaca que o produto visa evitar impactos físicos e emocionais, como complicações na região íntima e prejuízos à autoestima e vida social da mulher.

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