Uma tentativa de atentado contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, na noite de sábado, 25, gerou reação imediata de líderes mundiais. As manifestações condenaram o episódio e reforçaram o compromisso com valores democráticos e o repúdio à violência política.
Reações na Europa
O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou o ataque como “inaceitável” e afirmou, em publicação no X, que “a violência não tem lugar em uma democracia”. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse estar “chocado” com o episódio e declarou que ataques contra instituições democráticas e a liberdade de imprensa devem ser condenados. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também se manifestou, afirmando que “a violência não tem lugar na política” e demonstrando alívio pelo fato de Trump e os convidados não terem se ferido. A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, destacou que o episódio transformou um evento dedicado à liberdade de imprensa em uma cena de medo, algo que não deveria ocorrer em democracias.
Manifestações na Ásia e Oriente Médio
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, declarou no X estar aliviado com a segurança das autoridades americanas e reiterou que a violência deve ser “inequivocamente condenada”. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse estar “chocado” com a tentativa de assassinato e destacou a resposta das forças de segurança.
Américas e outros países
Na América do Norte, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que a violência política “não tem lugar em nenhuma democracia”. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou que “a violência nunca deve ser o caminho”. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse estar “profundamente chocado” com o ataque e expressou solidariedade ao presidente americano.
Impacto diplomático
O episódio ocorre às vésperas de compromissos diplomáticos relevantes nos Estados Unidos. O rei britânico Charles III, que tem visita de Estado prevista ao país nos próximos dias, foi informado sobre o ocorrido, segundo comunicado do Palácio de Buckingham. Autoridades britânicas indicaram que equipes dos dois países passaram a reavaliar os protocolos de segurança e o planejamento da agenda diante do ataque.



