O Ministério do Trabalho divulgou nesta quarta-feira (29) a criação de mais de 228 mil (228.208 vagas) empregos com carteira assinada em março. O resultado é quase três vezes o saldo registrado em março do ano passado (79.994 vagas) e o segundo melhor desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 2020.
Destaques por setor
O setor de serviços foi o que mais criou emprego com carteira assinada no mês passado, com 152.391 vagas. Em seguida, a construção civil gerou 38.316 postos de trabalho. Outros setores também contribuíram para o saldo positivo, mas com menor expressão.
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a março, o Brasil gerou mais de 613 mil (613.373 vagas) vagas formais de trabalho neste ano. Isso representa uma queda em relação ao mesmo período do ano passado (675.119 vagas). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
Saldo para meses de março
- 2020: -294.960 (negativo, fechamento de vagas)
- 2021: 154.226
- 2022: 99.168
- 2023: 195.028
- 2024: 245.599
- 2025: 79.994
Saldo para o acumulado de janeiro a março
- 2020: 34.471
- 2021: 806.569
- 2022: 620.072
- 2023: 537.605
- 2024: 726.578
- 2025: 675.119
- 2025: 613.373
Emprego por estados
Em março, as unidades da federação que tiveram maior número de vagas formais criadas foram São Paulo (67.876 postos), Minas Gerais (38.845 postos) e Rio de Janeiro (23.914 postos). No acumulado do ano, o resultado foi maior em São Paulo (183,1 mil), Minas Gerais (70,6 mil) e Santa Catarina (59,4 mil).
Os dados reforçam a recuperação do mercado de trabalho formal, embora o ritmo de crescimento no primeiro trimestre tenha sido inferior ao do ano anterior.



