Dia contra a LGBTfobia: 10 vozes que amplificam a luta por direitos
Dia contra a LGBTfobia: 10 vozes que amplificam a luta

No Dia Internacional contra a LGBTfobia, celebrado em 17 de maio, a coluna GENTE relembra declarações de personalidades brasileiras que usam sua visibilidade para defender os direitos da comunidade LGBTQIA+. Em um país onde uma pessoa LGBTQIA+ é assassinada a cada 34 horas, artistas de diferentes áreas têm se posicionado contra a homofobia e promovido debates sobre respeito, diversidade e representatividade.

Anitta

A cantora defendeu publicamente a criminalização da homofobia e criticou discursos preconceituosos. Em diversas ocasiões, afirmou que a comunidade LGBTQIA+ “merece respeito e liberdade para existir”. Ela também inclui pautas de diversidade em shows, clipes e redes sociais.

Carmo Dalla Vecchia

O ator, casado com o autor João Emanuel Carneiro, fala abertamente sobre sua sexualidade desde que se assumiu. Ele discute homofobia internalizada e representatividade, afirmando que se assumiu para “legitimar” sua sexualidade e ajudar quem vive em silêncio.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Daniela Mercury

Uma das artistas mais ativas na causa, assumiu seu casamento com a jornalista Malu Verçosa em 2013. Ela cobra políticas públicas de proteção à população LGBTQIA+, como delegacias especializadas, e defende o casamento igualitário e o combate à discriminação religiosa.

Diego Martins

O ator, cantor e drag queen fala sobre liberdade de expressão, aceitação e orgulho LGBTQIA+, destacando a importância da representatividade queer na televisão e na música.

Fernanda Gentil

A jornalista assumiu o relacionamento com Priscila Montandon em 2016 e trata sua orientação sexual com naturalidade. Defende respeito às diferentes configurações familiares e se posiciona contra ataques homofóbicos nas redes.

Gabriela Lohan

A atriz aborda temas como representatividade lésbica, visibilidade LGBTQIA+ e combate ao preconceito em entrevistas sobre sua carreira e vivência pessoal.

Gloria Groove

A cantora é um ícone de representatividade queer. Em 2025, fez história ao ser a primeira drag queen a interpretar Madame Morrible no musical Wicked, em São Paulo.

Marcos Pigossi

O ator, casado com o cineasta Marco Calvani, fala sobre visibilidade LGBTQIA+ e afetividade entre homens. Ele demorou a se assumir por medo de consequências na carreira, mas hoje afirma que “o trabalho de atores e atrizes vai muito além disso”.

Pabllo Vittar

Uma das maiores vozes LGBTQIA+ do país, denuncia casos de homofobia e transfobia e defende políticas de inclusão para pessoas trans e drag queens.

Silvero Pereira

O ator afirma que representar personagens LGBTQIA+ é um ato político. Debate preconceito estrutural, violência contra a comunidade e a necessidade de ampliar espaços de diversidade na cultura brasileira.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar