A cinebiografia Michael, que estreou recentemente nos cinemas, já está gerando um impacto significativo nas plataformas de streaming musical. De acordo com dados da Luminate, os streams das músicas solo de Michael Jackson cresceram impressionantes 116% nos dias seguintes ao lançamento do filme. O catálogo do The Jackson 5 também registrou alta de até 89%.
No Spotify, o Rei do Pop ganhou cerca de 5 milhões de novos ouvintes mensais em poucos dias, um feito notável para um artista que não lança material novo há mais de uma década. Faixas clássicas como Billie Jean e Beat It voltaram a figurar nas paradas globais da Billboard. Billie Jean alcançou o Top 80 do Billboard Global 200, enquanto no ranking global excluindo os EUA chegou à posição 70. Já Beat It reentrou no Billboard Global na posição 163, seu melhor desempenho histórico.
Padrão observado em outras cinebiografias
O fenômeno segue um padrão já observado com outros ícones da música após lançamentos de produções audiovisuais, como ocorreu com Bohemian Rhapsody, sobre Freddie Mercury, e Elvis, que retrata Elvis Presley. O filme Michael, dirigido por Antoine Fuqua, é estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, e revisita momentos marcantes da trajetória do artista, desde a infância no The Jackson 5 até o auge da carreira solo.
Repercussão cultural
O longa dominou as bilheterias desde sua estreia, reacendendo o interesse público pelo legado musical de Michael Jackson. Especialistas apontam que a combinação de uma narrativa emocionante e a qualidade atemporal das músicas contribuiu para o aumento expressivo no consumo digital.



