Harmonização de massas com vinho: o segredo está no molho
Poucas combinações são tão versáteis quanto massa e vinho. O segredo para um casamento perfeito não está na massa em si, mas no molho que a acompanha. É ele que define a intensidade, a textura e o sabor do prato. Confira os pares mais clássicos e certeiros para cada tipo de preparo.
Massas com molho de tomate
Molhos à base de tomate são ácidos e aromáticos, exigindo vinhos que acompanhem essa vivacidade. Vinhos tintos de médio corpo e boa acidez são ideais. Ótimas escolhas incluem o Chianti, vinho toscano elaborado com a uva Sangiovese, e outros vinhos dessa uva típica do centro da Itália, como o Rosso di Montalcino. Vinhos do Piemonte também são perfeitos, especialmente o Barbera, que costuma ser bem perfumado e fresco, e o Dolcetto, com aromas de fruta madura e textura aveludada. A uva Pinot Noir também combina superbem, com exemplos como o chileno Carolina Reserva Pinot Noir e o argentino Alfredo Roca Pinot Noir, vinhos frutados e frescos.
Massas com vegetais
Seja uma massa ao pesto de manjericão ou com molho de brócolis, abobrinha e outros vegetais, os vinhos brancos e rosés costumam ser as melhores opções. Para molhos mais simples, aromáticos e delicados, menos é mais: escolha rótulos sem muita potência para não sobrepor o sabor da comida. Aposte em vinhos brancos frescos, como Pinot Grigio e Vinho Verde. A Sauvignon Blanc também é excelente, pois frequentemente apresenta aromas vegetais, como grama ou aspargo.
Massas com molhos cremosos
Massas ao molho quatro queijos, Alfredo, cacio e pepe ou carbonara são mais gordurosas e intensas. O ideal é um vinho branco com boa acidez e bastante corpo para equilibrar a cremosidade. Boas escolhas são Chardonnay, como o português Quinta do Valdoeiro que fermenta parcialmente em barrica de carvalho, Chenin Blanc, uma uva branca francesa deliciosa mas pouco conhecida, ou até um espumante brut.
Massas com molhos de carne
Bolonhesa, ossobuco ou qualquer outro molho de carne pede vinhos tintos com bom corpo e estrutura, ou seja, taninos presentes e teor alcoólico mais elevado. Boas escolhas são as uvas Montepulciano d’Abruzzo, Merlot, Malbec, Tempranillo e Cabernet Sauvignon. Exemplos de excelente custo-benefício incluem o Caldora Montepulciano d'Abruzzo DOC, com aromas intensos de frutas vermelhas maduras e taninos macios; o Norton Reserva Malbec, com notas de especiarias e tabaco; e o Marqués de Tomares Crianza, da Rioja, com taninos elegantes e final longo.
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