Morte de David Wilcock, youtuber do 'Alienígenas do Passado', aos 53 anos
Morte de David Wilcock, youtuber, aos 53 anos

David Wilcock, conhecido por sua participação no programa "Alienígenas do Passado", faleceu aos 53 anos no estado do Colorado, nos Estados Unidos. O youtuber e pesquisador do paranormal morreu na segunda-feira, 20 de março, após uma crise de saúde mental, conforme informaram as autoridades locais.

Crise de saúde mental e intervenção policial

De acordo com o Gabinete do Médico Legista do Condado de Boulder, a polícia foi acionada na manhã de segunda-feira após uma ligação informando que um homem estava passando por uma "crise de saúde mental". Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Wilcock armado. O gabinete declarou que ele tirou a própria vida logo em seguida. As informações foram divulgadas pelo jornal The Independent e pela revista People.

Família revela luta contra depressão e dívidas

A família do pesquisador emitiu um comunicado à imprensa, divulgado pelo Gabinete do Xerife do Condado de Boulder, no qual afirmou que Wilcock "lutava contra a depressão" e enfrentava "dívidas financeiras esmagadoras". O comunicado foi publicado na terça-feira, 21 de março.

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Carreira no paranormal e teorias da conspiração

David Wilcock era uma personalidade conhecida no meio paranormal. Ele colaborou com o programa "Alienígenas do Passado" entre 2016 e 2019, uma série que investiga a existência de alienígenas, teorias da conspiração e eventos sobrenaturais. Além disso, mantinha um canal no YouTube com mais de 520 mil inscritos, onde abordava temas como OVNIs e vida extraterrestre. Wilcock acreditava que o governo dos Estados Unidos possuía informações secretas sobre esses assuntos.

Busca por ajuda

Se você estiver passando por pensamentos suicidas, é fundamental procurar ajuda especializada. O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio 24 horas por dia, inclusive em feriados, pelo telefone 188, além de atendimento por e-mail, chat e presencial. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil. Os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) também estão disponíveis para acolhimento e tratamento.

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